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	<title>Arquivo de Sem categoria - PEA - Redes da Baía</title>
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	<description>O PEA é uma medida de mitigação de impactos socioambientais ligados à produção de petróleo e gás da TotalEnergies EP Brasil, conduzido pelo Ibama.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 27 Jul 2026 16:00:27 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de Sem categoria - PEA - Redes da Baía</title>
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		<title>Como a presença de comunidades tradicionais na Baía de Guanabara influencia nos processos de decisão sobre o território?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PEA Redes da Baía de Guanabara]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 15:56:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Historicamente marcada por intensos processos de urbanização, circulação marítima e atividades econômicas, a Baía de Guanabara costuma ser lembrada por sua importância econômica, por sua paisagem e por seus problemas ambientais. Mas a Baía também é território de povos e comunidades tradicionais. Em suas águas, manguezais, ilhas e áreas costeiras, diferentes grupos mantêm relações históricas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Historicamente marcada por intensos processos de urbanização, circulação marítima e atividades econômicas, a Baía de Guanabara costuma ser lembrada por sua importância econômica, por sua paisagem e por seus problemas ambientais. Mas a Baía também é território de povos e comunidades tradicionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em suas águas, manguezais, ilhas e áreas costeiras, diferentes grupos mantêm relações históricas com esse território, por meio de práticas sociais, econômicas e culturais diretamente ligadas aos recursos naturais. Essa presença não é apenas uma questão cultural ou simbólica. Ela produz implicações legais e políticas sobre a forma como decisões, empreendimentos e processos de licenciamento ambiental devem acontecer na região.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso significa que debates sobre desenvolvimento, infraestrutura e uso do território precisam considerar os direitos das populações cujos modos de vida podem ser afetados por essas decisões.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que são povos e comunidades tradicionais?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, povos e comunidades tradicionais são reconhecidos pela Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais (PNPCT), instituída pelo Decreto Federal nº 6.040/2007.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a legislação, esses grupos possuem formas próprias de organização social e utilizam territórios e recursos naturais como condição para sua reprodução cultural, social, religiosa, ancestral e econômica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Três elementos ajudam a compreender esse conceito:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Autoidentificação:</strong> o reconhecimento como comunidade tradicional parte do próprio grupo, de sua identidade coletiva e de suas formas de pertencimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Territorialidade:</strong> o território é a base material, social, cultural e simbólica de reprodução desses grupos. Por isso, alterações no território podem afetar diretamente sua continuidade histórica e seus modos de vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sustentabilidade:</strong> o uso dos recursos naturais é orientado por práticas, conhecimentos e formas de manejo transmitidas entre gerações, associadas à continuidade dos ecossistemas e das atividades tradicionais.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://media.licdn.com/dms/image/v2/D4D12AQEEirlQF8oaHg/article-inline_image-shrink_1500_2232/B4DZ9rRr4mI8AU-/0/1784211227358?e=1786579200&amp;v=beta&amp;t=buhh1dC9PsBMcIMWe-K6qiIvGk4AR8zTLTQNAUvcQKw" alt="Conteúdo do artigo"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Comunidades tradicionais e a Baía de Guanabara</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda não existe um levantamento único e definitivo sobre todas as comunidades tradicionais da Baía de Guanabara. No entanto, diferentes pesquisas, censos e mapeamentos demonstram a presença de diversos grupos tradicionais em seu entorno.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um levantamento participativo realizado a partir da plataforma <strong>De Olho na Guanabara</strong> identificou aproximadamente <strong>82</strong> comunidades, grupos e coletivos pesqueiros distribuídos nos sete municípios banhados pela Baía: Rio de Janeiro, Niterói, São Gonçalo, Magé, Guapimirim, Itaboraí e Duque de Caxias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o Censo 2022 identificou comunidades quilombolas em municípios do entorno da Baía, como o Quilombo da Pedra do Sal, o Quilombo da Gamboa e o Quilombo do Feital. As relações dessas comunidades com a região acontecem de formas distintas. Nem todas possuem modos de vida diretamente ligados às águas e aos ecossistemas da Baía, mas algumas mantêm vínculos históricos e territoriais importantes com esse espaço, como o <strong>Quilombo do Feital</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A presença desses grupos se relaciona especialmente a manguezais, ilhas, áreas costeiras, rios e canais ligados à Baía. Nesse território, diferentes comunidades desenvolvem atividades como pesca artesanal, maricultura, cata de caranguejos e mariscos, navegação em pequenas embarcações, cuidado e recuperação de manguezais, práticas culturais ligadas às águas e turismo de base comunitária.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://media.licdn.com/dms/image/v2/D4D12AQHZS-jiTAi0dg/article-inline_image-shrink_1500_2232/B4DZ9rSC2uK8AU-/0/1784211322537?e=1786579200&amp;v=beta&amp;t=_LmY_T13cG-rB6LAt38cOACulCsfagWFUmt6iHWUmsg" alt="Conteúdo do artigo"/><figcaption class="wp-element-caption">Cata de caranguejo em Magé</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Consulta Livre, Prévia e Informada: o direito de participar das decisões</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando medidas, políticas ou empreendimentos podem afetar territórios tradicionais, a escuta dessas populações não é um favor, é um direito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Convenção nº 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), da qual o Brasil é signatário, estabelece o direito à Consulta Livre, Prévia e Informada (CLPI). Isso significa que povos e comunidades tradicionais devem ser consultados sempre que decisões administrativas ou legislativas possam afetar seus territórios, suas atividades e seus modos de vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, esse direito se relaciona diretamente com processos de licenciamento ambiental envolvendo portos, rodovias, indústrias e outros empreendimentos capazes de impactar áreas de pesca artesanal, manguezais, rotas de circulação e espaços de uso tradicional na Baía de Guanabara.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A consulta deve acontecer de forma:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Livre:</strong> sem coerção, intimidação ou pressão externa;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Prévia:</strong> antes da tomada de decisão ou da autorização do empreendimento;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Informada:</strong> com acesso a informações completas, compreensíveis e adequadas à realidade das comunidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que são Protocolos de Consulta?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os Protocolos de Consulta são documentos elaborados pelas próprias comunidades para definir como devem ser consultadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses protocolos podem indicar quem participa dos processos, quais formas de diálogo devem ser respeitadas, como acontecem as decisões coletivas e quais tempos, espaços e dinâmicas comunitárias precisam ser considerados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, os protocolos traduzem as formas próprias de organização das comunidades em parâmetros para os processos de consulta. Eles fortalecem a participação social ao estabelecer procedimentos definidos pelos próprios grupos, evitando que a consulta seja conduzida de forma genérica, apressada ou incompatível com suas realidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Justiça socioambiental e responsabilidade institucional</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Discutir comunidades tradicionais na Baía de Guanabara também é discutir justiça socioambiental. Esses grupos convivem historicamente com os efeitos da poluição, do avanço urbano-industrial e das disputas territoriais. Ao mesmo tempo, mantêm práticas, conhecimentos e formas de organização diretamente relacionados ao uso, ao cuidado e à preservação dos ecossistemas da Baía.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Reconhecer a presença de pescadores e pescadoras artesanais, marisqueiras, catadores de caranguejo, comunidades quilombolas e grupos associados a modos de vida caiçaras e extrativistas tem implicações concretas para a gestão ambiental e para os processos de licenciamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A participação dessas comunidades é um direito assegurado, necessário para que decisões sobre a Baía de Guanabara sejam mais democráticas, responsáveis e compatíveis com a justiça socioambiental.</p>
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		<title>PEA Redes da Baía reúne poder público de Itaboraí para refletir sobre a Baía de Guanabara</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PEA Redes da Baía de Guanabara]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 20:38:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No dia 1º de julho, o PEA Redes da Baía realizou um Cine Debate na Prefeitura Municipal de Itaboraí í para discutir a relação socioeconômica do município com a Baía de Guanabara e sua articulação com as demais cidades do entorno O evento reuniu representantes da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo, do Grupamento [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">No dia 1º de julho, o PEA Redes da Baía realizou um Cine Debate na Prefeitura Municipal de Itaboraí í para discutir a relação socioeconômica do município com a Baía de Guanabara e sua articulação com as demais cidades do entorno<br><br>O evento reuniu representantes da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo, do Grupamento Especial de Proteção Ambiental (GEPAM) da Guarda Municipal e da Secretaria Municipal de Obras, além de Flávio Lontro, coordenador-geral da CONFREM Brasil.<br><br>A atividade começou com falas de Janaína Wu e <a href="https://www.linkedin.com/in/carinepassos/">Carine Passos</a>, da equipe do PEA Redes da Baía; <a href="https://www.linkedin.com/in/m%C3%B4nicabrito/">Mônica Brito</a>, da <a href="https://www.linkedin.com/company/totalenergies/">TotalEnergies</a> Brasil; e Alyne Felizardo, secretária municipal de Meio Ambiente e Urbanismo de Itaboraí. Em seguida, foi exibido o episódio 5 da série &#8220;Espelhos da Baía&#8221;, “Organização e Políticas Públicas na Baía de Guanabara”.<br><br>Após a exibição, os participantes foram divididos em dois grupos para debater as questões propostas pela equipe do PEA, construindo um olhar coletivo sobre os potenciais, os desafios e as perspectivas para a atuação do poder público na gestão da Baía de Guanabara.<br><br>Ao final, cada grupo apresentou suas contribuições em plenária, e Carine Passos realizou uma síntese do debate. O encontro foi encerrado com uma fala de agradecimento de Raoni Cardoso, subsecretário municipal de Meio Ambiente e Urbanismo.<br><br>Assista aos cinco episódios e ao média-metragem da série &#8220;Espelhos da Baía&#8221; no YouTube.</p>
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		<title>PEA Redes da Baía promove Cine Debate durante evento ambiental em Guapimirim</title>
		<link>https://pearedesdabaia.com.br/pea-redes-da-baia-promove-cine-debate-durante-evento-ambiental-em-guapimirim/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[PEA Redes da Baía de Guanabara]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 21:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ontem, 25 de junho, o PEA Redes da Baía participou do primeiro dia da 2ª edição do evento &#8220;Da Serra ao Mar&#8221;, promovido pela Prefeitura Municipal de Guapimirim em celebração ao Mês do Meio Ambiente. A programação começou pela manhã com trocas de conhecimentos entre representantes de organizações como a ONG Guardiões do Mar 💚, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Ontem, 25 de junho, o PEA Redes da Baía participou do primeiro dia da 2ª edição do evento &#8220;Da Serra ao Mar&#8221;, promovido pela <a href="https://www.linkedin.com/company/prefeitura-municipal-de-guapimirim/">Prefeitura Municipal de Guapimirim</a> em celebração ao Mês do Meio Ambiente.<br><br>A programação começou pela manhã com trocas de conhecimentos entre representantes de organizações como a <a href="https://www.linkedin.com/company/guardioes-do-mar-ong/">ONG Guardiões do Mar 💚</a>, o <a href="https://www.linkedin.com/company/ibama/">Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis &#8211; Ibama</a>/RJ, o Movimento Baía Viva, o Comitê da Bacia Hidrográfica da Baía de Guanabara e a Liga das Entidades da Pesca do Rio de Janeiro. À tarde, o PEA Redes da Baía promoveu um Cine Debate com servidores públicos, associações e parceiros convidados.<br><br>A atividade foi aberta com falas de <a href="https://www.linkedin.com/in/carinepassos/">Carine Passos</a>, coordenadora do PEA Redes da Baía; Janaína Wu, coordenadora de Campo do projeto; <a href="https://www.linkedin.com/in/m%C3%B4nicabrito/">Mônica Brito</a>, analista socioambiental sênior da TotalEnergies; e Mayara Barroso, secretária municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade de Guapimirim. Em seguida, foi exibido o episódio 4 da série Espelhos da Baía, &#8220;Pescadores e Pescadoras da Baía de Guanabara&#8221;.<br><br>Após a exibição, os participantes foram divididos em dois grupos para uma discussão coletiva. As reflexões giraram em torno da importância do cuidado com os rios que desembocam na Baía de Guanabara, das ações e projetos ambientais desenvolvidos pela Prefeitura e da necessidade de fortalecer a articulação entre os municípios para uma gestão ambiental mais integrada. Os grupos encerraram o debate compartilhando suas contribuições em plenária.<br><br>A série Espelhos da Baía apresenta diferentes olhares sobre os usos, os modos de vida e os desafios relacionados à Baía de Guanabara. Os cinco episódios e o média-metragem estão disponíveis no canal do PEA Redes da Baía no YouTube: <a href="https://lnkd.in/emVXwkSK">https://lnkd.in/emVXwkSK</a></p>



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		<title>Cine Debate: Universidade do Ambiente (INEA)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PEA Redes da Baía de Guanabara]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 21:48:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ontem, 17 de junho, o PEA Redes da Baía realizou o primeiro Cine Debate da Fase 3. O encontro aconteceu no INEA &#8211; Instituto Estadual do Ambiente e integrou a programação comemorativa dos dez anos da Universidade do Ambiente, ambos vinculados à Secretaria de Estado do Ambiente e Sustentabilidade &#8211; SEAS. Participaram da atividade técnicos [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Ontem, 17 de junho, o PEA Redes da Baía realizou o primeiro Cine Debate da Fase 3. O encontro aconteceu no <a href="https://www.linkedin.com/company/inea-rj/">INEA &#8211; Instituto Estadual do Ambiente</a> e integrou a programação comemorativa dos dez anos da <a href="https://www.linkedin.com/company/universidade-do-ambiente/">Universidade do Ambiente</a>, ambos vinculados à <a href="https://www.linkedin.com/company/ambienterj/">Secretaria de Estado do Ambiente e Sustentabilidade &#8211; SEAS</a>.<br><br>Participaram da atividade técnicos do Inea, pesquisadores, professores e representantes de empresas dos setores de portos, terminais e estaleiros.<br><br>A programação teve início com as falas institucionais de <a href="https://www.linkedin.com/in/m%C3%B4nicabrito/">Mônica Brito</a>, da <a href="https://www.linkedin.com/company/totalenergies/">TotalEnergies</a>; <a href="https://www.linkedin.com/in/ricardo-marcelo-89756515/">Ricardo Marcelo</a> , superintendente regional da Baía de Guanabara; e Janaína Wu e <a href="https://www.linkedin.com/in/carinepassos/">Carine Passos</a>, do PEA Redes da Baía.<br><br>Nesta edição, foi exibido o primeiro episódio da série Espelhos da Baía: A Memória e a História do Tráfego de Embarcações na Baía de Guanabara. Após a exibição, uma questão disparadora convidou o público a refletir sobre como promover uma articulação mais integrada entre as diferentes instituições e os diversos atores envolvidos na gestão da Baía de Guanabara.<br><br>O primeiro episódio da série aborda as transformações ocorridas na Baía de Guanabara a partir da década de 1970. Por meio das memórias e vivências de diferentes personagens, a produção apresenta mudanças na ocupação e nos usos desse território relacionadas ao aumento do tráfego de embarcações no espelho d’água.<br><br>Assista ao episódio no YouTube: <a href="https://lnkd.in/d64db8uJ">https://lnkd.in/d64db8uJ</a></p>



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		<title>Exibição: IBAMA de portas abertas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PEA Redes da Baía de Guanabara]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 21:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ontem, dia 10 de junho, o PEA Redes da Baía participou da programação do Junho Verde da Superintendência do Ibama no Rio de Janeiro, com a exibição do média-metragem Espelhos da Baía, seguida de um debate com o público. A sessão aconteceu com a sala cheia, exibição em telão e pipoca para os presentes. Após [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Ontem, dia 10 de junho, o PEA Redes da Baía participou da programação do Junho Verde da Superintendência do Ibama no Rio de Janeiro, com a exibição do média-metragem Espelhos da Baía, seguida de um debate com o público.<br><br>A sessão aconteceu com a sala cheia, exibição em telão e pipoca para os presentes. Após o filme, a conversa contou com a participação de Cecília Barbosa, do <a href="https://www.linkedin.com/company/ibama/">Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis &#8211; Ibama</a>; <a href="https://www.linkedin.com/in/m%C3%B4nicabrito/">Mônica Brito</a>, da <a href="https://www.linkedin.com/company/totalenergies/">TotalEnergies</a>; e <a href="https://www.linkedin.com/in/carinepassos/">Carine Passos</a> e Janaína Wu, do PEA Redes da Baía, ampliando reflexões sobre educação ambiental, licenciamento ambiental, participação social e os múltiplos usos e interesses que atravessam a Baía de Guanabara.<br><br>Produzida ao longo da Fase 1 do PEA Redes da Baía, Espelhos da Baía é uma série documental composta por cinco episódios e um média-metragem, reunindo instituições públicas e sociedade civil para refletir sobre a gestão ambiental e do tráfego aquaviário no espelho d’água da Baía e contribuir para o debate sobre o uso compartilhado desse território. Assista no YouTube: <a href="https://lnkd.in/e4pMamNF">https://lnkd.in/e4pMamNF</a></p>
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		<item>
		<title>Educação Ambiental para transformar realidades: por que a Educação Ambiental Crítica orienta o PEA Redes da Baía?</title>
		<link>https://pearedesdabaia.com.br/educacao-ambiental-para-transformar-realidades-por-que-a-educacao-ambiental-critica-orienta-o-pea-redes-da-baia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[PEA Redes da Baía de Guanabara]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 13:39:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Junho reúne algumas das principais datas nacionais e internacionais dedicadas ao debate ambiental. Por isso, é conhecido como Mês do Meio Ambiente, tendo como marco o 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, instituído pela ONU em 1972 para chamar atenção para os desafios ambientais enfrentados em todo o mundo. Ao longo das últimas [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Junho reúne algumas das principais datas nacionais e internacionais dedicadas ao debate ambiental. Por isso, é conhecido como Mês do Meio Ambiente, tendo como marco o 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, instituído pela ONU em 1972 para chamar atenção para os desafios ambientais enfrentados em todo o mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo das últimas décadas, temas como mudanças climáticas, poluição, preservação ambiental e uso dos recursos naturais ganharam cada vez mais espaço no debate público. Ao mesmo tempo, também se fortaleceu a compreensão de que falar sobre meio ambiente vai muito além de falar apenas sobre natureza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os problemas ambientais não existem de forma isolada. Eles estão diretamente relacionados às formas como produzimos, ocupamos os territórios, utilizamos os recursos naturais e organizamos a vida em sociedade.&nbsp;É a partir dessa perspectiva que a Educação Ambiental Crítica (EAC) orienta as ações desenvolvidas pelo PEA Redes da Baía de Guanabara.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que transmitir informações sobre meio ambiente, essa abordagem busca fortalecer a participação social, a construção coletiva do conhecimento e a capacidade de compreender criticamente a realidade dos territórios.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://media.licdn.com/dms/image/v2/D4E12AQEzknGRXGsE3A/article-inline_image-shrink_1000_1488/B4EZ6s7Oa.JUAI-/0/1781017669198?e=1784764800&amp;v=beta&amp;t=ho-s3qWywYxm0MzcckRzBTaMtu_0BCnzfLonHfQBVeU" alt="Conteúdo do artigo"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que é Educação Ambiental Crítica?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas pessoas associam a educação ambiental a práticas importantes do cotidiano, como reciclagem, economia de água ou plantio de árvores. Essas ações têm relevância e contribuem para a construção de uma cultura ambiental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas a Educação Ambiental Crítica propõe ir além.&nbsp;Essa abordagem busca compreender por que os problemas ambientais existem e quais relações sociais, econômicas e políticas estão envolvidas em sua produção e manutenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desse entendimento, a EAC reconhece que sociedade e natureza estão profundamente interligadas. Assim, os impactos ambientais não podem ser analisados de forma isolada, já que fazem parte de modelos de desenvolvimento, disputas por território, desigualdades sociais e processos históricos que afetam diferentes grupos de maneiras distintas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que incentivar mudanças individuais de comportamento, a Educação Ambiental Crítica busca fortalecer a consciência coletiva, o pensamento crítico e a participação social nos processos de decisão que impactam os territórios.&nbsp;Nesse sentido, a educação deixa de ser entendida apenas como transmissão de informações e passa a ser construída como um processo de diálogo, reflexão e produção coletiva de conhecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Educação, diálogo e transformação social</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Educação Ambiental Crítica possui forte influência do pensamento de Paulo Freire e de sua proposta de educação problematizadora e emancipatória.&nbsp;Para Freire, educar não significa transferir conhecimento de forma vertical, mas criar condições para que os sujeitos possam refletir sobre sua realidade, compartilhar saberes e atuar coletivamente na transformação do mundo em que vivem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa perspectiva valoriza a escuta, o diálogo entre diferentes experiências e os conhecimentos produzidos nos territórios.&nbsp;A EAC busca criar espaços de troca, onde diferentes saberes se encontram: o técnico-científico e o tradicional, o local e o institucional, o vivido e o teorizado.&nbsp;Assim, o processo educativo passa a ser entendido como uma construção coletiva, conectada às experiências concretas dos sujeitos e às realidades dos territórios onde vivem.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Justiça socioambiental e desigualdades</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro aspecto central da Educação Ambiental Crítica é o reconhecimento de que os impactos ambientais não atingem todas as pessoas da mesma forma.&nbsp;Comunidades pesqueiras, povos tradicionais, populações periféricas e grupos historicamente vulnerabilizados frequentemente convivem mais diretamente com processos de poluição, degradação ambiental e violações de direitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao mesmo tempo, muitas dessas populações têm menos acesso aos espaços de tomada de decisão sobre os empreendimentos e atividades que impactam seus territórios.&nbsp;Por isso, a EAC também está ligada à construção da justiça socioambiental. Isso significa compreender que as questões ambientais envolvem disputas por direitos, distribuição desigual dos impactos ambientais e participação social.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://media.licdn.com/dms/image/v2/D4E12AQEtntqKKm_9ow/article-inline_image-shrink_1000_1488/B4EZ6s8obLIkAI-/0/1781018036153?e=1784764800&amp;v=beta&amp;t=nxmlWtqp2nJwBWgQpLP126wO4COE78DT50acNUI7LEs" alt="Conteúdo do artigo"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A Educação Ambiental no Licenciamento Ambiental Federal</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No contexto do Licenciamento Ambiental Federal, a Educação Ambiental integra o conjunto de medidas exigidas para lidar com os impactos dos empreendimentos licenciados.&nbsp;A Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA), instituída pela Lei nº 9.795/1999, reconhece a Educação Ambiental como componente essencial e permanente da educação nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já no âmbito do licenciamento ambiental, os Projetos de Educação Ambiental (PEAs) surgem como instrumentos voltados à formação, mobilização e participação social nos territórios impactados.&nbsp;Orientados por uma perspectiva crítica, os PEAs não se limitam à transmissão de conteúdos técnicos ou informações sobre os empreendimentos.&nbsp;Eles criam espaços de diálogo, escuta, troca de saberes e fortalecimento da participação social, contribuindo para que os grupos das áreas afetadas possam compreender os impactos das atividades licenciadas, conhecer seus direitos e ampliar sua atuação nos processos decisórios.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O PEA Redes da Baía, a Educação Ambiental Crítica e a Baía de Guanabara</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O PEA Redes da Baía de Guanabara desenvolve suas ações a partir da Educação Ambiental Crítica, entendendo que os problemas ambientais da Baía estão diretamente ligados às desigualdades sociais, aos conflitos de uso do território e à participação nos processos de decisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Baía de Guanabara reúne diferentes atividades econômicas, modos de vida e interesses. Pescadores artesanais, comunidades tradicionais, operações portuárias, embarcações ligadas à indústria de petróleo e gás, estaleiros e órgãos públicos compartilham o mesmo território, muitas vezes em condições desiguais de acesso, impacto e participação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse contexto, alguns grupos convivem mais diretamente com a poluição, restrições de acesso ao território e violações de direitos, enquanto têm menos espaço nos processos decisórios. Por isso, a Educação Ambiental Crítica é fundamental para fortalecer a compreensão coletiva da realidade, ampliar o diálogo entre diferentes saberes e incentivar a participação social na gestão da Baía.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo de suas fases, o PEA Redes da Baía vem criando espaços de formação, reflexão e troca sobre a governança do território. Na Fase 1, a Série Documental Espelhos da Baía trouxe para o centro da narrativa as vozes de quem vive e trabalha na região. Na Fase 2, os cine debates e ações de campo ampliaram as discussões sobre conflitos de uso e gestão compartilhada. Já na Fase 3, o projeto aprofunda esse percurso por meio da sistematização dos aprendizados, da articulação institucional e da produção de novos materiais de comunicação e educomunicação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que compartilhar informações, o projeto busca fortalecer processos coletivos de leitura crítica da realidade e ampliar possibilidades de participação social nos territórios.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://media.licdn.com/dms/image/v2/D4E12AQGtBWLyFr_b8w/article-inline_image-shrink_1000_1488/B4EZ6s_Q7CHMAM-/0/1781018726700?e=1784764800&amp;v=beta&amp;t=LPKhowGl3ezUd86pFka_UYk8ePWHoK3p_CMD3_AhyCc" alt="Conteúdo do artigo"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quer se aprofundar no tema? Confira algumas referências:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. Disponível em: <a href="https://pibid.unespar.edu.br/noticias/paulo-freire-1970-pedagogia-do-oprimido.pdf/view">https://pibid.unespar.edu.br/noticias/paulo-freire-1970-pedagogia-do-oprimido.pdf/view</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">LOUREIRO, Carlos Frederico Bernardo. Premissas teóricas para uma educação ambiental transformadora. Disponível em: <a href="https://periodicos.furg.br/ambeduc/article/view/897/355">https://periodicos.furg.br/ambeduc/article/view/897/355</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">QUINTAS, José Silva. Gestão ambiental pública. In: BOZELLI, Reinaldo Luiz et al. (org.). <em>Curso de formação de educadores ambientais: a experiência do Projeto Pólen</em>. Macaé: NUPEM/UERJ, 2010. p. 61-84. Disponível em: <a href="https://sigam.ambiente.sp.gov.br/sigam3/Repositorio/472/Documentos/Mural_PlanosdeFiscalizacao/FormacaoSocioambiental/Referencias/Gestao%20Ambiental%20Publica%20-%20Quintas.pdf">https://sigam.ambiente.sp.gov.br/sigam3/Repositorio/472/Documentos/Mural_PlanosdeFiscalizacao/FormacaoSocioambiental/Referencias/Gestao%20Ambiental%20Publica%20-%20Quintas.pdf</a></p>
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		<title>PEA Redes da Baía entra na Fase 3: diálogos, sistematização e caminhos para a governança participativa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PEA Redes da Baía de Guanabara]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 18:30:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Baía de Guanabara é um território tão complexo quanto estratégico para o país. Nela convivem múltiplos usos, atores e interesses: da pesca artesanal à indústria de óleo e gás, passando por comunidades tradicionais, atividades portuárias, transporte de passageiros e práticas esportivas. A gestão de uma região como essa exige mais do que técnica; demanda [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Baía de Guanabara é um território tão complexo quanto estratégico para o país. Nela convivem múltiplos usos, atores e interesses: da pesca artesanal à indústria de óleo e gás, passando por comunidades tradicionais, atividades portuárias, transporte de passageiros e práticas esportivas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A gestão de uma região como essa exige mais do que técnica; demanda diálogo, participação e educação. É com esse propósito que anunciamos a Fase 3 do Projeto de Educação Ambiental (PEA) Redes da Baía de Guanabara, uma condicionante do licenciamento ambiental federal conduzido pelo IBAMA, no âmbito das atividades da <a href="https://www.linkedin.com/company/totalenergies/">TotalEnergies</a> Brasil no Campo de Lapa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como chegamos até aqui</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de falar sobre a Fase 3, vale relembrar o caminho percorrido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Fase 1 (2021–2023), o projeto adotou a produção audiovisual como instrumento pedagógico e criou a série documental Espelhos da Baía, que apresenta, de forma acessível e humana, os múltiplos usos da Baía, os conflitos de interesse e as vozes dos diferentes atores que compartilham esse território.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Fase 2 (2024–2026), o foco foi ampliar a circulação da série e aprofundar o engajamento do público diversificado. Foram realizados Cine Debates, mesa-redonda, seminário, ações de campo, além do fortalecimento da comunicação digital para alcançar novos públicos nos municípios do entorno da Baía.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://pearedesdabaia.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1776369270979-1024x768.jpeg" alt="" class="wp-image-15283" srcset="https://pearedesdabaia.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1776369270979-1024x768.jpeg 1024w, https://pearedesdabaia.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1776369270979-300x225.jpeg 300w, https://pearedesdabaia.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1776369270979-768x576.jpeg 768w, https://pearedesdabaia.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1776369270979-600x450.jpeg 600w, https://pearedesdabaia.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1776369270979-560x420.jpeg 560w, https://pearedesdabaia.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1776369270979.jpeg 1333w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Participantes apresentam reflexões em um dos Cine Debates da Fase 2</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, partimos desse acúmulo para ir mais longe.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>E como será a Fase 3?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Iniciada agora em março e com previsão para durar 18 meses, a Fase 3 busca alcançar uma síntese do que foi construído ao longo de todo o projeto e fortalecer ainda mais o debate público sobre gestão e governança da zona costeira.&nbsp;Serão realizados seis Cine Debates, rodas de diálogo, articulações e um novo material audiovisual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dentre os objetivos principais estão:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>1. Sistematização do acúmulo do projeto: </strong>Organizar e traduzir, em formatos acessíveis, os debates, experiências e percepções produzidos ao longo das fases anteriores.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>2. Qualificação do debate público sobre governança: </strong>Apresentar de forma contextualizada os múltiplos usos da Baía, os conflitos associados e os diferentes atores envolvidos, favorecendo uma leitura mais crítica e informada sobre os desafios da gestão compartilhada da zona costeira.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>3. Ampliação da participação e articulação institucional:</strong> Integrar ações presenciais e digitais para fortalecer os canais de diálogo com o público diversificado e aproximar o projeto de atores institucionais &#8211; especialmente nos municípios do recôncavo da Baía, mas sem deixar de lado as parcerias mais antigas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Temas proritários</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Cine Debates e educomunicação vão caminhar lado a lado na Fase 3, e serão estruturados em torno de três temáticas principais:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Conflitos de Uso e Dinâmicas Socioambientais da Baía de Guanabara:</strong> pesca artesanal, tráfego industrial, cascos soçobrados, Economia Azul, biodiversidade costeira.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Comunidades Tradicionais, Direitos e Justiça Socioambiental:</strong> comunidades quilombolas e pesqueiras, racismo ambiental, liderança feminina nos territórios costeiros, saberes tradicionais.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Governança, Participação Social e Educação Ambiental Crítica:</strong> gestão ambiental municipal, instrumentos participativos, papel da educação ambiental na transformação social.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quem está no centro desse projeto</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O PEA Redes da Baía de Guanabara trabalha com um público diversificado, composto por pescadores artesanais e industriais, organizações da sociedade civil, praticantes de esporte e turismo, operadores portuários e de logística, profissionais do licenciamento ambiental e instituições públicas dos três níveis de governo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada um desses atores tem uma relação distinta com a Baía &#8211; e é justamente essa diversidade que torna o debate sobre governança tão necessário e, ao mesmo tempo, tão desafiador.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Acompanhe a Fase 3</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Aqui no LinkedIn traremos atualizações sobre a execução das ações do projeto assim como artigos mais aprofundados sobre temas relevantes para o licenciamento ambiental e para a gestão da Baía de Guanabara.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Siga também nosso Instagram, Facebook e YouTube (@pearedesdabaia) para receber ainda mais informação. Por lá teremos postagens semanais explicando conceitos, debatendo assuntos de interesse, e escutando especialistas e a população local.</p>
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		<title>Seminário do PEA Redes da Baía debate o uso do audiovisual na educação ambiental</title>
		<link>https://pearedesdabaia.com.br/seminario-do-pea-redes-da-baia-debate-o-uso-do-audiovisual-na-educacao-ambiental/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[PEA Redes da Baía de Guanabara]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Oct 2025 12:18:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos dias 7 e 8 de outubro de 2025, o Projeto de Educação Ambiental (PEA) Redes da Baía de Guanabara realizou, no Novotel Porto Atlântico (RJ), o seminário “O uso do Audiovisual no Processo Educativo do Licenciamento Ambiental Federal”. Participaram 61 pessoas no primeiro dia e 59 no segundo, entre representantes de outros PEAs, IBAMA, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Nos dias 7 e 8 de outubro de 2025, o Projeto de Educação Ambiental (PEA) Redes da Baía de Guanabara realizou, no Novotel Porto Atlântico (RJ), o seminário “O uso do Audiovisual no Processo Educativo do Licenciamento Ambiental Federal”. Participaram 61 pessoas no primeiro dia e 59 no segundo, entre representantes de outros PEAs, IBAMA, TotalEnergies EP Brasil, Fundação Instituto de Administração (FIA), pesquisadores, educadores, profissionais de comunicação, equipes do PMCS e do PARMIS, produtora Banda Filmes e comunidade acadêmica. O IBAMA contou com 8 representantes no Dia 1 e 5 no Dia 2.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa teve como propósito aprofundar os desafios e as potencialidades do audiovisual nos processos educativos conduzidos pelos PEAs vinculados à Coordenação de Licenciamento Ambiental de Produção de Petróleo e Gás Offshore (Coprod/IBAMA).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Troca de experiências e debate coletivo</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A abertura institucional reuniu representantes do IBAMA, da TotalEnergies EP Brasil e da FIA, seguida de conferência sobre o papel do audiovisual como ferramenta educativa e de diálogo social no contexto do licenciamento. Na sequência, o PEA Redes da Baía apresentou suas experiências, com destaque para a série documental <em>Espelhos da Baía</em>, evidenciando como essa linguagem contribui para fortalecer o debate público e a participação social na gestão da Baía de Guanabara.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo do primeiro dia, houve painel com apresentações de PEAs selecionados, compartilhando práticas e metodologias do uso do audiovisual em ações de educação ambiental e encerrando com debate aberto entre os participantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Segundo dia: conexões e sínteses</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O segundo dia manteve o foco no compartilhamento de experiências, com apresentações que ampliaram o diálogo sobre diferentes formas de incorporar o audiovisual às estratégias de sensibilização e formação socioambiental. À tarde, duas mesas temáticas aprofundaram discussões:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Mesa 1: </strong>Júlio Dias (IBAMA) e Bryan Araújo (PMCS) trataram do Programa Macrorregional de Comunicação Social e das estratégias de comunicação no Licenciamento Ambiental Federal.</li>



<li><strong>Mesa 2: </strong>Tatiana Walter (FURG) e Patricia Saldanha (UFF) sistematizaram aprendizados e refletiram sobre caminhos futuros para a comunicação audiovisual nos PEAs coordenados pela Coprod/IBAMA.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A mediação foi realizada pela cientista política, professora e pesquisadora Tathiana Chicarino (USP).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Participantes e representações de PEAs</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Estiveram presentes, ao longo dos dois dias, representantes dos PEAs: Redes da Baía, Rede Observação, Rendas do Petróleo, NEA-BC, Pescarte, Rumo, FOCO, QUIPEA, Caminhos do Mar, Horizontes, PIPP e PEA-BG, além de equipes do PMCS e do PARMIS, da Banda Filmes e de acadêmicos de diferentes instituições.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Um espaço de reflexão e construção coletiva</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O seminário consolidou-se como espaço de trocas, escuta e construção coletiva, estimulando uma visão crítica e integrada sobre o papel do audiovisual na educação ambiental. E não para por aqui: o debate segue no campo e nas plataformas digitais.</p>
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		<title>Boletim Informativo #23 – Agosto de 2025 </title>
		<link>https://pearedesdabaia.com.br/boletim-informativo-23-agosto-de-2025/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[PEA Redes da Baía de Guanabara]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Aug 2025 15:25:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mesa-redonda encerra ciclo de Cine Debates da fase 2&#160; No dia 5 de agosto, o PEA Redes da Baía de Guanabara realizou a mesa-redonda “A participação social na gestão da Baía de Guanabara”, reunindo mais de 50 pessoas em um espaço de diálogo e construção coletiva. Representantes de instituições públicas, sociedade civil, pesquisadores, pescadores e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="has-medium-font-size wp-block-paragraph"><strong>Mesa-redonda encerra ciclo de Cine Debates da fase 2</strong>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No dia 5 de agosto, o PEA Redes da Baía de Guanabara realizou a mesa-redonda “A participação social na gestão da Baía de Guanabara”, reunindo mais de 50 pessoas em um espaço de diálogo e construção coletiva. Representantes de instituições públicas, sociedade civil, pesquisadores, pescadores e outros usuários da Baía estiveram presentes, ampliando a troca de visões sobre os desafios e as possibilidades da gestão compartilhada.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O encontro teve início com falas institucionais da FIA, TotalEnergies e IBAMA, que destacaram a importância do projeto para fomentar a participação social e fortalecer os canais de diálogo na região. A mediação ficou a cargo da professora Carolina Almeida de Paula, doutora em Ciência Política pelo IESP/UERJ e integrante do Comitê de Especialistas do PEA.&nbsp;</p>



<p class="has-medium-font-size wp-block-paragraph"><strong>A mesa reuniu três expositores convidados:</strong>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fernando Neves Pinto (CEDEMAR/SEENEMAR)</strong>, biólogo e pesquisador da UFRJ, que abordou a interface entre ciência, inovação e gestão costeira;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Eduardo Surek (ICMBio Guanabara)</strong>, com longa trajetória na gestão ambiental, que trouxe reflexões sobre a integração de políticas públicas;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Beatriz da Cunha Margem (IBAMA)</strong>, que destacou a experiência na gestão compartilhada da pesca artesanal e a implementação do Fórum Permanente da Pesca Artesanal da Baía de Guanabara.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após as falas, o público participou ativamente com perguntas e contribuições, promovendo um diálogo plural e direto entre diferentes atores sociais. A sistematização dos principais pontos ocorreu por meio de facilitação gráfica, reforçando o caráter coletivo do encontro.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento marcou o encerramento do ciclo de Cine Debates da fase 2, consolidando mais uma etapa do PEA Redes da Baía de Guanabara no fortalecimento da participação social e da gestão compartilhada da Baía.&nbsp;</p>



<p class="has-medium-font-size wp-block-paragraph">&nbsp;<br><strong>Confira a Facilitação Gráfica &#8211; resultado da mesa redonda:</strong>&nbsp;<br><strong></strong>&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="901" height="507" src="https://pearedesdabaia.com.br/wp-content/uploads/2025/08/image.png" alt="" class="wp-image-13762" srcset="https://pearedesdabaia.com.br/wp-content/uploads/2025/08/image.png 901w, https://pearedesdabaia.com.br/wp-content/uploads/2025/08/image-300x169.png 300w, https://pearedesdabaia.com.br/wp-content/uploads/2025/08/image-768x432.png 768w, https://pearedesdabaia.com.br/wp-content/uploads/2025/08/image-600x338.png 600w, https://pearedesdabaia.com.br/wp-content/uploads/2025/08/image-560x315.png 560w" sizes="(max-width: 901px) 100vw, 901px" /></figure>
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		<title>PEA Redes da Baía reúne representantes dos diversos usuários da Baía de Guanabara em mesa-redonda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PEA Redes da Baía de Guanabara]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Aug 2025 19:04:46 +0000</pubDate>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Evento buscou debater caminhos para fortalecer a participação social na gestão da Baía de Guanabara</em> </p>



<p class="wp-block-paragraph">Na tarde da terça-feira, 5 de agosto, o PEA Redes da Baía de Guanabara realizou uma mesa-redonda com o tema “A participação social na gestão da Baía de Guanabara”. O encontro reuniu mais de 50 participantes representando os múltiplos grupos que compartilham a Baía, em um espaço de escuta, diálogo e construção coletiva.&nbsp; &nbsp;<br>&nbsp;<br>O evento, apresentado pelo educador e consultor do PEA Redes da Baía Klenio Costa, marcou o encerramento do ciclo de Cine Debates da fase 2 do projeto. Klenio relembrou a trajetória do PEA: desde as gravações e o lançamento da série documental “Espelhos da Baía”, os Cine Debates e mesa-redonda da fase 1, até as articulações e debates da fase atual, trazendo reflexões e aprendizados acumulados.&nbsp;<br>&nbsp;<br>Logo no início, representantes das três organizações envolvidas no PEA Redes da Baía fizeram falas institucionais.&nbsp;O prof. Dr. Hélio Janny Teixeira, falou em nome da FIA, consultoria que executa o projeto; Mônica Brito, falou em nome da TotalEnergies, empresa que opera as atividades de extração de petróleo e gás no Campo de Lapa; e Bruno Bernardes Teixeira, falou em nome do IBAMA, que órgão que regulamenta essas ações. &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na sequência, a professora Carolina Almeida de Paula, doutora em Ciência Política pelo IESP/UERJ e integrante do Comitê de Especialistas do projeto, deu início à apresentação da mesa redonda. Mediada por ela, a mesa trouxe três expositores convidados que trouxeram diferentes perspectivas sobre desafios e caminhos possíveis para uma gestão mais participativa da Baía de Guanabara.&nbsp;<br>&nbsp;<br>Participaram da mesa:&nbsp;</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Fernando Neves Pinto</strong>, do Comitê Estadual de Desenvolvimento da Economia do Mar (CEDEMAR), biólogo e doutor em Biologia Marinha e Ecossistemas Costeiros pela UFF. Atualmente, atua na interface entre pesquisa e inovação no Programa de Biofísica Ambiental da UFRJ, e coordena a área de Biotecnologia Marinha da Secretaria de Estado de Energia e Mar (SEENEMAR). <br> </li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Eduardo Surek</strong>, chefe do Núcleo de Gestão Integrada ICMBio Guanabara. Biólogo formado pela UERJ, Surek tem longa experiência em gestão ambiental na Administração Pública Federal, com passagens pelo Ministério do Meio Ambiente, Ibama e ICMBio. </li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Beatriz da Cunha Margem</strong>, da Superintendência do IBAMA no Rio de Janeiro (Supes/RJ). Analista ambiental desde 2005, Beatriz já atuou na criação de unidades de conservação e na gestão compartilhada da pesca artesanal. Hoje, coordena a implementação do Fórum Permanente da Pesca Artesanal da Baía de Guanabara. </li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">Após as apresentações de cada um, foi aberto um espaço para perguntas e contribuições do público presente, promovendo um diálogo direto entre representantes de instituições públicas, sociedade civil, pesquisadores, pescadores e outros atores sociais que compartilham a região. &nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O encontro contou ainda com uma facilitação gráfica para resumir e sistematizar o que foi debatido ao longo da tarde. Ao final, os principais pontos abordados foram apresentados aos presentes.&nbsp;Com um público diversificado, esse foi mais um passo importante no fortalecimento e construção de diálogos sobre a gestão compartilhada da Baía de Guanabara.&nbsp;</p>
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