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	<title>Arquivo de Sem categoria - PEA - Redes da Baía</title>
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	<description>O PEA é uma medida de mitigação de impactos socioambientais ligados à produção de petróleo e gás da TotalEnergies EP Brasil, conduzido pelo Ibama.</description>
	<lastBuildDate>Fri, 18 Sep 2026 15:18:35 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Arquivo de Sem categoria - PEA - Redes da Baía</title>
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		<title>Dos rios ao espelho d&#8217;água: por que olhar para a Baía de Guanabara além de suas margens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[suzanab]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2026 15:11:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entenda o que é bacia hidrográfica e as implicações desse conceito para a gestão da Baía de Guanabara.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph"><em>Você</em> <em>sabia</em> <em>que</em> <em>problemas</em> <em>no</em> <em>espelho</em> <em>d&#8217;água</em> <em>da Baía de Guanabara</em> <em>podem</em> <em>começar</em> <em>a</em> <em>quilômetros</em> <em>de</em> <em>distância, numa</em> <em>nascente</em> <em>que</em> <em>você</em> <em>nunca</em> <em>visitou?</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando falamos na gestão e no cuidado da Baía de Guanabara, é normal pensarmos apenas na área de seu espelho d&#8217;água. No entanto, boa parte do que acontece ali começa bem antes das margens, nas nascentes, córregos e rios que atravessam áreas rurais, bairros densamente urbanizados e zonas industriais antes de chegar à Baía. Entender essas conexões ajuda não apenas a diagnosticar problemas do espelho d&#8217;água, mas também a pensar soluções capazes de chegar às suas causas, rio acima.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">É aí que entra o conceito de bacia hidrográfica: o território por onde a água escoa, reunindo-se aos poucos em uma mesma rede de rios até chegar a um destino comum. Como tudo está conectado por essa rede, o que acontece em um ponto raramente fica restrito a ele, ou seja, uma alteração numa nascente ou num córrego pode se refletir bem longe dali, muito além dos limites do município onde ela começou.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">A bacia da qual a Baía de Guanabara faz parte tem aproximadamente 4 mil km² e cerca de 50 rios e riachos, entre eles Macacu, Iguaçu, Sarapuí e Estrela. Por isso, discutir a qualidade ambiental da Baía de Guanabara implica observar o que acontece ao longo de toda essa rede: lançamento de esgoto, descarte inadequado de resíduos, ocupação de áreas de nascente e mudanças no uso do solo podem repercutir rio abaixo e chegar à Baía.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>As águas não seguem os limites do mapa político</strong>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foi justamente para superar essa limitação — gerir água por fronteiras municipais, que pouco têm a ver com o caminho que ela percorre — que o Brasil criou a Lei Federal nº 9.433/1997, conhecida como Lei das Águas. Ela estabelece a bacia hidrográfica como unidade territorial para a gestão dos recursos hídricos no país.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Lei das Águas também está definido que a gestão da bacia hidrográfica deve ser descentralizada e participativa, reunindo Poder Público, usuários da água e sociedade civil. É exatamente nesse modelo que atuam os Comitês de Bacia Hidrográfica, espaços colegiados criados para discutir prioridades, conflitos e estratégias para o uso e a conservação das águas em cada região.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vale destacar que a bacia da Baía de Guanabara é apenas parte de um território ainda maior: a Região Hidrográfica V, que abrange 17 municípios, total ou parcialmente, incluindo também os sistemas lagunares de Jacarepaguá, Lagoa Rodrigo de Freitas, Itaipu-Piratininga e Maricá-Guarapina. É nessa região que atua o Comitê da Região Hidrográfica da Baía de Guanabara e dos Sistemas Lagunares de Maricá e Jacarepaguá (CBH-BG), instituído em 2005.&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="577" src="https://pearedesdabaia.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Mapa_CBH-BG-1024x577.png" alt="" class="wp-image-15415" srcset="https://pearedesdabaia.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Mapa_CBH-BG-1024x577.png 1024w, https://pearedesdabaia.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Mapa_CBH-BG-300x169.png 300w, https://pearedesdabaia.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Mapa_CBH-BG-767x432.png 767w, https://pearedesdabaia.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Mapa_CBH-BG-560x315.png 560w, https://pearedesdabaia.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Mapa_CBH-BG-600x338.png 600w, https://pearedesdabaia.com.br/wp-content/uploads/2026/09/Mapa_CBH-BG.png 1087w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption"><em>Mapa da Região Hidrográfica V e Subcomitês do CBH-BG (Fonte: Site do CBH-BG)</em></figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Para representar a diversidade desse território, o plenário do CBH-BG conta com membros representantes do Poder Público, usuários de recursos hídricos e sociedade civil. Juntos, esses grupos buscam transformar diálogo em planejamento e ações para o território.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Como explicou a presidente do CBH-BG, Rejany Ferreira dos Santos, em entrevista para a equipe do PEA Redes da Baía: &#8220;Ele é o Parlamento das Águas. É o espaço onde vai se debater, dialogar sobre as condições da região hidrográfica e como melhorá-las.&#8221;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um exemplo importante de ação do CBH-BG é o Sanear Baía de Guanabara (Sanear BG), iniciativa do próprio comitê voltada a localidades rurais e periurbanas que ainda não possuem atendimento por sistemas convencionais de esgotamento sanitário. O projeto realiza instalação de biodigestores, oferecendo uma alternativa de tratamento de esgoto e contribuindo para reduzir o lançamento de efluentes sem tratamento nos cursos d&#8217;água.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outra frente recente é o Plano de Gerenciamento de Riscos da Região Hidrográfica V, que busca ampliar a capacidade de prevenção e resposta a eventos como inundações, estiagens, deslizamentos, contaminação de mananciais e outros riscos associados aos recursos hídricos.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Vale ainda destacar um aspecto fundamental: o CBH-BG integra o Sistema Estadual de Gerenciamento de Recursos Hídricos e faz parte de uma política que não se encerra com a troca de uma gestão governamental. Governos e representantes mudam, mas a estrutura institucional permanece, permitindo continuidade a debates e ações que exigem planejamento de longo prazo.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Um olhar que vai além das margens</strong>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Entender a Baía de Guanabara a partir de sua bacia hidrográfica é reconhecer que sua gestão não se resolve apenas no espelho d&#8217;água: depende do que acontece rio acima, em cada nascente, córrego e comunidade que compõe esse território compartilhado.&nbsp;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<item>
		<title>Como a presença de comunidades tradicionais na Baía de Guanabara influencia nos processos de decisão sobre o território?</title>
		<link>https://pearedesdabaia.com.br/como-a-presenca-de-comunidades-tradicionais-na-baia-de-guanabara-influencia-nos-processos-de-decisao-sobre-o-territorio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[PEA Redes da Baía de Guanabara]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 15:56:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Historicamente marcada por intensos processos de urbanização, circulação marítima e atividades econômicas, a Baía de Guanabara costuma ser lembrada por sua importância econômica, por sua paisagem e por seus problemas ambientais. Mas a Baía também é território de povos e comunidades tradicionais. Em suas águas, manguezais, ilhas e áreas costeiras, diferentes grupos mantêm relações históricas [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Historicamente marcada por intensos processos de urbanização, circulação marítima e atividades econômicas, a Baía de Guanabara costuma ser lembrada por sua importância econômica, por sua paisagem e por seus problemas ambientais. Mas a Baía também é território de povos e comunidades tradicionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em suas águas, manguezais, ilhas e áreas costeiras, diferentes grupos mantêm relações históricas com esse território, por meio de práticas sociais, econômicas e culturais diretamente ligadas aos recursos naturais. Essa presença não é apenas uma questão cultural ou simbólica. Ela produz implicações legais e políticas sobre a forma como decisões, empreendimentos e processos de licenciamento ambiental devem acontecer na região.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso significa que debates sobre desenvolvimento, infraestrutura e uso do território precisam considerar os direitos das populações cujos modos de vida podem ser afetados por essas decisões.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que são povos e comunidades tradicionais?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, povos e comunidades tradicionais são reconhecidos pela Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais (PNPCT), instituída pelo Decreto Federal nº 6.040/2007.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a legislação, esses grupos possuem formas próprias de organização social e utilizam territórios e recursos naturais como condição para sua reprodução cultural, social, religiosa, ancestral e econômica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Três elementos ajudam a compreender esse conceito:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Autoidentificação:</strong> o reconhecimento como comunidade tradicional parte do próprio grupo, de sua identidade coletiva e de suas formas de pertencimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Territorialidade:</strong> o território é a base material, social, cultural e simbólica de reprodução desses grupos. Por isso, alterações no território podem afetar diretamente sua continuidade histórica e seus modos de vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sustentabilidade:</strong> o uso dos recursos naturais é orientado por práticas, conhecimentos e formas de manejo transmitidas entre gerações, associadas à continuidade dos ecossistemas e das atividades tradicionais.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://media.licdn.com/dms/image/v2/D4D12AQEEirlQF8oaHg/article-inline_image-shrink_1500_2232/B4DZ9rRr4mI8AU-/0/1784211227358?e=1786579200&amp;v=beta&amp;t=buhh1dC9PsBMcIMWe-K6qiIvGk4AR8zTLTQNAUvcQKw" alt="Conteúdo do artigo"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Comunidades tradicionais e a Baía de Guanabara</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda não existe um levantamento único e definitivo sobre todas as comunidades tradicionais da Baía de Guanabara. No entanto, diferentes pesquisas, censos e mapeamentos demonstram a presença de diversos grupos tradicionais em seu entorno.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um levantamento participativo realizado a partir da plataforma <strong>De Olho na Guanabara</strong> identificou aproximadamente <strong>82</strong> comunidades, grupos e coletivos pesqueiros distribuídos nos sete municípios banhados pela Baía: Rio de Janeiro, Niterói, São Gonçalo, Magé, Guapimirim, Itaboraí e Duque de Caxias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o Censo 2022 identificou comunidades quilombolas em municípios do entorno da Baía, como o Quilombo da Pedra do Sal, o Quilombo da Gamboa e o Quilombo do Feital. As relações dessas comunidades com a região acontecem de formas distintas. Nem todas possuem modos de vida diretamente ligados às águas e aos ecossistemas da Baía, mas algumas mantêm vínculos históricos e territoriais importantes com esse espaço, como o <strong>Quilombo do Feital</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A presença desses grupos se relaciona especialmente a manguezais, ilhas, áreas costeiras, rios e canais ligados à Baía. Nesse território, diferentes comunidades desenvolvem atividades como pesca artesanal, maricultura, cata de caranguejos e mariscos, navegação em pequenas embarcações, cuidado e recuperação de manguezais, práticas culturais ligadas às águas e turismo de base comunitária.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://media.licdn.com/dms/image/v2/D4D12AQHZS-jiTAi0dg/article-inline_image-shrink_1500_2232/B4DZ9rSC2uK8AU-/0/1784211322537?e=1786579200&amp;v=beta&amp;t=_LmY_T13cG-rB6LAt38cOACulCsfagWFUmt6iHWUmsg" alt="Conteúdo do artigo"/><figcaption class="wp-element-caption">Cata de caranguejo em Magé</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Consulta Livre, Prévia e Informada: o direito de participar das decisões</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando medidas, políticas ou empreendimentos podem afetar territórios tradicionais, a escuta dessas populações não é um favor, é um direito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Convenção nº 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), da qual o Brasil é signatário, estabelece o direito à Consulta Livre, Prévia e Informada (CLPI). Isso significa que povos e comunidades tradicionais devem ser consultados sempre que decisões administrativas ou legislativas possam afetar seus territórios, suas atividades e seus modos de vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, esse direito se relaciona diretamente com processos de licenciamento ambiental envolvendo portos, rodovias, indústrias e outros empreendimentos capazes de impactar áreas de pesca artesanal, manguezais, rotas de circulação e espaços de uso tradicional na Baía de Guanabara.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A consulta deve acontecer de forma:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Livre:</strong> sem coerção, intimidação ou pressão externa;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Prévia:</strong> antes da tomada de decisão ou da autorização do empreendimento;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Informada:</strong> com acesso a informações completas, compreensíveis e adequadas à realidade das comunidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que são Protocolos de Consulta?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os Protocolos de Consulta são documentos elaborados pelas próprias comunidades para definir como devem ser consultadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses protocolos podem indicar quem participa dos processos, quais formas de diálogo devem ser respeitadas, como acontecem as decisões coletivas e quais tempos, espaços e dinâmicas comunitárias precisam ser considerados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, os protocolos traduzem as formas próprias de organização das comunidades em parâmetros para os processos de consulta. Eles fortalecem a participação social ao estabelecer procedimentos definidos pelos próprios grupos, evitando que a consulta seja conduzida de forma genérica, apressada ou incompatível com suas realidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Justiça socioambiental e responsabilidade institucional</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Discutir comunidades tradicionais na Baía de Guanabara também é discutir justiça socioambiental. Esses grupos convivem historicamente com os efeitos da poluição, do avanço urbano-industrial e das disputas territoriais. Ao mesmo tempo, mantêm práticas, conhecimentos e formas de organização diretamente relacionados ao uso, ao cuidado e à preservação dos ecossistemas da Baía.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Reconhecer a presença de pescadores e pescadoras artesanais, marisqueiras, catadores de caranguejo, comunidades quilombolas e grupos associados a modos de vida caiçaras e extrativistas tem implicações concretas para a gestão ambiental e para os processos de licenciamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A participação dessas comunidades é um direito assegurado, necessário para que decisões sobre a Baía de Guanabara sejam mais democráticas, responsáveis e compatíveis com a justiça socioambiental.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>PEA Redes da Baía reúne poder público de Itaboraí para refletir sobre a Baía de Guanabara</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PEA Redes da Baía de Guanabara]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 20:38:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No dia 1º de julho, o PEA Redes da Baía realizou um Cine Debate na Prefeitura Municipal de Itaboraí í para discutir a relação socioeconômica do município com a Baía de Guanabara e sua articulação com as demais cidades do entorno O evento reuniu representantes da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo, do Grupamento [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">No dia 1º de julho, o PEA Redes da Baía realizou um Cine Debate na Prefeitura Municipal de Itaboraí í para discutir a relação socioeconômica do município com a Baía de Guanabara e sua articulação com as demais cidades do entorno<br><br>O evento reuniu representantes da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo, do Grupamento Especial de Proteção Ambiental (GEPAM) da Guarda Municipal e da Secretaria Municipal de Obras, além de Flávio Lontro, coordenador-geral da CONFREM Brasil.<br><br>A atividade começou com falas de Janaína Wu e <a href="https://www.linkedin.com/in/carinepassos/">Carine Passos</a>, da equipe do PEA Redes da Baía; <a href="https://www.linkedin.com/in/m%C3%B4nicabrito/">Mônica Brito</a>, da <a href="https://www.linkedin.com/company/totalenergies/">TotalEnergies</a> Brasil; e Alyne Felizardo, secretária municipal de Meio Ambiente e Urbanismo de Itaboraí. Em seguida, foi exibido o episódio 5 da série &#8220;Espelhos da Baía&#8221;, “Organização e Políticas Públicas na Baía de Guanabara”.<br><br>Após a exibição, os participantes foram divididos em dois grupos para debater as questões propostas pela equipe do PEA, construindo um olhar coletivo sobre os potenciais, os desafios e as perspectivas para a atuação do poder público na gestão da Baía de Guanabara.<br><br>Ao final, cada grupo apresentou suas contribuições em plenária, e Carine Passos realizou uma síntese do debate. O encontro foi encerrado com uma fala de agradecimento de Raoni Cardoso, subsecretário municipal de Meio Ambiente e Urbanismo.<br><br>Assista aos cinco episódios e ao média-metragem da série &#8220;Espelhos da Baía&#8221; no YouTube.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>PEA Redes da Baía promove Cine Debate durante evento ambiental em Guapimirim</title>
		<link>https://pearedesdabaia.com.br/pea-redes-da-baia-promove-cine-debate-durante-evento-ambiental-em-guapimirim/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[PEA Redes da Baía de Guanabara]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 21:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ontem, 25 de junho, o PEA Redes da Baía participou do primeiro dia da 2ª edição do evento &#8220;Da Serra ao Mar&#8221;, promovido pela Prefeitura Municipal de Guapimirim em celebração ao Mês do Meio Ambiente. A programação começou pela manhã com trocas de conhecimentos entre representantes de organizações como a ONG Guardiões do Mar 💚, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Ontem, 25 de junho, o PEA Redes da Baía participou do primeiro dia da 2ª edição do evento &#8220;Da Serra ao Mar&#8221;, promovido pela <a href="https://www.linkedin.com/company/prefeitura-municipal-de-guapimirim/">Prefeitura Municipal de Guapimirim</a> em celebração ao Mês do Meio Ambiente.<br><br>A programação começou pela manhã com trocas de conhecimentos entre representantes de organizações como a <a href="https://www.linkedin.com/company/guardioes-do-mar-ong/">ONG Guardiões do Mar 💚</a>, o <a href="https://www.linkedin.com/company/ibama/">Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis &#8211; Ibama</a>/RJ, o Movimento Baía Viva, o Comitê da Bacia Hidrográfica da Baía de Guanabara e a Liga das Entidades da Pesca do Rio de Janeiro. À tarde, o PEA Redes da Baía promoveu um Cine Debate com servidores públicos, associações e parceiros convidados.<br><br>A atividade foi aberta com falas de <a href="https://www.linkedin.com/in/carinepassos/">Carine Passos</a>, coordenadora do PEA Redes da Baía; Janaína Wu, coordenadora de Campo do projeto; <a href="https://www.linkedin.com/in/m%C3%B4nicabrito/">Mônica Brito</a>, analista socioambiental sênior da TotalEnergies; e Mayara Barroso, secretária municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade de Guapimirim. Em seguida, foi exibido o episódio 4 da série Espelhos da Baía, &#8220;Pescadores e Pescadoras da Baía de Guanabara&#8221;.<br><br>Após a exibição, os participantes foram divididos em dois grupos para uma discussão coletiva. As reflexões giraram em torno da importância do cuidado com os rios que desembocam na Baía de Guanabara, das ações e projetos ambientais desenvolvidos pela Prefeitura e da necessidade de fortalecer a articulação entre os municípios para uma gestão ambiental mais integrada. Os grupos encerraram o debate compartilhando suas contribuições em plenária.<br><br>A série Espelhos da Baía apresenta diferentes olhares sobre os usos, os modos de vida e os desafios relacionados à Baía de Guanabara. Os cinco episódios e o média-metragem estão disponíveis no canal do PEA Redes da Baía no YouTube: <a href="https://lnkd.in/emVXwkSK">https://lnkd.in/emVXwkSK</a></p>



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		<title>Cine Debate: Universidade do Ambiente (INEA)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PEA Redes da Baía de Guanabara]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 21:48:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ontem, 17 de junho, o PEA Redes da Baía realizou o primeiro Cine Debate da Fase 3. O encontro aconteceu no INEA &#8211; Instituto Estadual do Ambiente e integrou a programação comemorativa dos dez anos da Universidade do Ambiente, ambos vinculados à Secretaria de Estado do Ambiente e Sustentabilidade &#8211; SEAS. Participaram da atividade técnicos [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Ontem, 17 de junho, o PEA Redes da Baía realizou o primeiro Cine Debate da Fase 3. O encontro aconteceu no <a href="https://www.linkedin.com/company/inea-rj/">INEA &#8211; Instituto Estadual do Ambiente</a> e integrou a programação comemorativa dos dez anos da <a href="https://www.linkedin.com/company/universidade-do-ambiente/">Universidade do Ambiente</a>, ambos vinculados à <a href="https://www.linkedin.com/company/ambienterj/">Secretaria de Estado do Ambiente e Sustentabilidade &#8211; SEAS</a>.<br><br>Participaram da atividade técnicos do Inea, pesquisadores, professores e representantes de empresas dos setores de portos, terminais e estaleiros.<br><br>A programação teve início com as falas institucionais de <a href="https://www.linkedin.com/in/m%C3%B4nicabrito/">Mônica Brito</a>, da <a href="https://www.linkedin.com/company/totalenergies/">TotalEnergies</a>; <a href="https://www.linkedin.com/in/ricardo-marcelo-89756515/">Ricardo Marcelo</a> , superintendente regional da Baía de Guanabara; e Janaína Wu e <a href="https://www.linkedin.com/in/carinepassos/">Carine Passos</a>, do PEA Redes da Baía.<br><br>Nesta edição, foi exibido o primeiro episódio da série Espelhos da Baía: A Memória e a História do Tráfego de Embarcações na Baía de Guanabara. Após a exibição, uma questão disparadora convidou o público a refletir sobre como promover uma articulação mais integrada entre as diferentes instituições e os diversos atores envolvidos na gestão da Baía de Guanabara.<br><br>O primeiro episódio da série aborda as transformações ocorridas na Baía de Guanabara a partir da década de 1970. Por meio das memórias e vivências de diferentes personagens, a produção apresenta mudanças na ocupação e nos usos desse território relacionadas ao aumento do tráfego de embarcações no espelho d’água.<br><br>Assista ao episódio no YouTube: <a href="https://lnkd.in/d64db8uJ">https://lnkd.in/d64db8uJ</a></p>



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		<title>Exibição: IBAMA de portas abertas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PEA Redes da Baía de Guanabara]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 21:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ontem, dia 10 de junho, o PEA Redes da Baía participou da programação do Junho Verde da Superintendência do Ibama no Rio de Janeiro, com a exibição do média-metragem Espelhos da Baía, seguida de um debate com o público. A sessão aconteceu com a sala cheia, exibição em telão e pipoca para os presentes. Após [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Ontem, dia 10 de junho, o PEA Redes da Baía participou da programação do Junho Verde da Superintendência do Ibama no Rio de Janeiro, com a exibição do média-metragem Espelhos da Baía, seguida de um debate com o público.<br><br>A sessão aconteceu com a sala cheia, exibição em telão e pipoca para os presentes. Após o filme, a conversa contou com a participação de Cecília Barbosa, do <a href="https://www.linkedin.com/company/ibama/">Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis &#8211; Ibama</a>; <a href="https://www.linkedin.com/in/m%C3%B4nicabrito/">Mônica Brito</a>, da <a href="https://www.linkedin.com/company/totalenergies/">TotalEnergies</a>; e <a href="https://www.linkedin.com/in/carinepassos/">Carine Passos</a> e Janaína Wu, do PEA Redes da Baía, ampliando reflexões sobre educação ambiental, licenciamento ambiental, participação social e os múltiplos usos e interesses que atravessam a Baía de Guanabara.<br><br>Produzida ao longo da Fase 1 do PEA Redes da Baía, Espelhos da Baía é uma série documental composta por cinco episódios e um média-metragem, reunindo instituições públicas e sociedade civil para refletir sobre a gestão ambiental e do tráfego aquaviário no espelho d’água da Baía e contribuir para o debate sobre o uso compartilhado desse território. Assista no YouTube: <a href="https://lnkd.in/e4pMamNF">https://lnkd.in/e4pMamNF</a></p>
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		<title>Educação Ambiental para transformar realidades: por que a Educação Ambiental Crítica orienta o PEA Redes da Baía?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PEA Redes da Baía de Guanabara]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 13:39:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Junho reúne algumas das principais datas nacionais e internacionais dedicadas ao debate ambiental. Por isso, é conhecido como Mês do Meio Ambiente, tendo como marco o 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, instituído pela ONU em 1972 para chamar atenção para os desafios ambientais enfrentados em todo o mundo. Ao longo das últimas [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Junho reúne algumas das principais datas nacionais e internacionais dedicadas ao debate ambiental. Por isso, é conhecido como Mês do Meio Ambiente, tendo como marco o 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, instituído pela ONU em 1972 para chamar atenção para os desafios ambientais enfrentados em todo o mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo das últimas décadas, temas como mudanças climáticas, poluição, preservação ambiental e uso dos recursos naturais ganharam cada vez mais espaço no debate público. Ao mesmo tempo, também se fortaleceu a compreensão de que falar sobre meio ambiente vai muito além de falar apenas sobre natureza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os problemas ambientais não existem de forma isolada. Eles estão diretamente relacionados às formas como produzimos, ocupamos os territórios, utilizamos os recursos naturais e organizamos a vida em sociedade.&nbsp;É a partir dessa perspectiva que a Educação Ambiental Crítica (EAC) orienta as ações desenvolvidas pelo PEA Redes da Baía de Guanabara.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que transmitir informações sobre meio ambiente, essa abordagem busca fortalecer a participação social, a construção coletiva do conhecimento e a capacidade de compreender criticamente a realidade dos territórios.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://media.licdn.com/dms/image/v2/D4E12AQEzknGRXGsE3A/article-inline_image-shrink_1000_1488/B4EZ6s7Oa.JUAI-/0/1781017669198?e=1784764800&amp;v=beta&amp;t=ho-s3qWywYxm0MzcckRzBTaMtu_0BCnzfLonHfQBVeU" alt="Conteúdo do artigo"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que é Educação Ambiental Crítica?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas pessoas associam a educação ambiental a práticas importantes do cotidiano, como reciclagem, economia de água ou plantio de árvores. Essas ações têm relevância e contribuem para a construção de uma cultura ambiental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas a Educação Ambiental Crítica propõe ir além.&nbsp;Essa abordagem busca compreender por que os problemas ambientais existem e quais relações sociais, econômicas e políticas estão envolvidas em sua produção e manutenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desse entendimento, a EAC reconhece que sociedade e natureza estão profundamente interligadas. Assim, os impactos ambientais não podem ser analisados de forma isolada, já que fazem parte de modelos de desenvolvimento, disputas por território, desigualdades sociais e processos históricos que afetam diferentes grupos de maneiras distintas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que incentivar mudanças individuais de comportamento, a Educação Ambiental Crítica busca fortalecer a consciência coletiva, o pensamento crítico e a participação social nos processos de decisão que impactam os territórios.&nbsp;Nesse sentido, a educação deixa de ser entendida apenas como transmissão de informações e passa a ser construída como um processo de diálogo, reflexão e produção coletiva de conhecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Educação, diálogo e transformação social</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Educação Ambiental Crítica possui forte influência do pensamento de Paulo Freire e de sua proposta de educação problematizadora e emancipatória.&nbsp;Para Freire, educar não significa transferir conhecimento de forma vertical, mas criar condições para que os sujeitos possam refletir sobre sua realidade, compartilhar saberes e atuar coletivamente na transformação do mundo em que vivem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa perspectiva valoriza a escuta, o diálogo entre diferentes experiências e os conhecimentos produzidos nos territórios.&nbsp;A EAC busca criar espaços de troca, onde diferentes saberes se encontram: o técnico-científico e o tradicional, o local e o institucional, o vivido e o teorizado.&nbsp;Assim, o processo educativo passa a ser entendido como uma construção coletiva, conectada às experiências concretas dos sujeitos e às realidades dos territórios onde vivem.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Justiça socioambiental e desigualdades</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro aspecto central da Educação Ambiental Crítica é o reconhecimento de que os impactos ambientais não atingem todas as pessoas da mesma forma.&nbsp;Comunidades pesqueiras, povos tradicionais, populações periféricas e grupos historicamente vulnerabilizados frequentemente convivem mais diretamente com processos de poluição, degradação ambiental e violações de direitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao mesmo tempo, muitas dessas populações têm menos acesso aos espaços de tomada de decisão sobre os empreendimentos e atividades que impactam seus territórios.&nbsp;Por isso, a EAC também está ligada à construção da justiça socioambiental. Isso significa compreender que as questões ambientais envolvem disputas por direitos, distribuição desigual dos impactos ambientais e participação social.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://media.licdn.com/dms/image/v2/D4E12AQEtntqKKm_9ow/article-inline_image-shrink_1000_1488/B4EZ6s8obLIkAI-/0/1781018036153?e=1784764800&amp;v=beta&amp;t=nxmlWtqp2nJwBWgQpLP126wO4COE78DT50acNUI7LEs" alt="Conteúdo do artigo"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A Educação Ambiental no Licenciamento Ambiental Federal</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No contexto do Licenciamento Ambiental Federal, a Educação Ambiental integra o conjunto de medidas exigidas para lidar com os impactos dos empreendimentos licenciados.&nbsp;A Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA), instituída pela Lei nº 9.795/1999, reconhece a Educação Ambiental como componente essencial e permanente da educação nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já no âmbito do licenciamento ambiental, os Projetos de Educação Ambiental (PEAs) surgem como instrumentos voltados à formação, mobilização e participação social nos territórios impactados.&nbsp;Orientados por uma perspectiva crítica, os PEAs não se limitam à transmissão de conteúdos técnicos ou informações sobre os empreendimentos.&nbsp;Eles criam espaços de diálogo, escuta, troca de saberes e fortalecimento da participação social, contribuindo para que os grupos das áreas afetadas possam compreender os impactos das atividades licenciadas, conhecer seus direitos e ampliar sua atuação nos processos decisórios.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O PEA Redes da Baía, a Educação Ambiental Crítica e a Baía de Guanabara</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O PEA Redes da Baía de Guanabara desenvolve suas ações a partir da Educação Ambiental Crítica, entendendo que os problemas ambientais da Baía estão diretamente ligados às desigualdades sociais, aos conflitos de uso do território e à participação nos processos de decisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Baía de Guanabara reúne diferentes atividades econômicas, modos de vida e interesses. Pescadores artesanais, comunidades tradicionais, operações portuárias, embarcações ligadas à indústria de petróleo e gás, estaleiros e órgãos públicos compartilham o mesmo território, muitas vezes em condições desiguais de acesso, impacto e participação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse contexto, alguns grupos convivem mais diretamente com a poluição, restrições de acesso ao território e violações de direitos, enquanto têm menos espaço nos processos decisórios. Por isso, a Educação Ambiental Crítica é fundamental para fortalecer a compreensão coletiva da realidade, ampliar o diálogo entre diferentes saberes e incentivar a participação social na gestão da Baía.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo de suas fases, o PEA Redes da Baía vem criando espaços de formação, reflexão e troca sobre a governança do território. Na Fase 1, a Série Documental Espelhos da Baía trouxe para o centro da narrativa as vozes de quem vive e trabalha na região. Na Fase 2, os cine debates e ações de campo ampliaram as discussões sobre conflitos de uso e gestão compartilhada. Já na Fase 3, o projeto aprofunda esse percurso por meio da sistematização dos aprendizados, da articulação institucional e da produção de novos materiais de comunicação e educomunicação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que compartilhar informações, o projeto busca fortalecer processos coletivos de leitura crítica da realidade e ampliar possibilidades de participação social nos territórios.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://media.licdn.com/dms/image/v2/D4E12AQGtBWLyFr_b8w/article-inline_image-shrink_1000_1488/B4EZ6s_Q7CHMAM-/0/1781018726700?e=1784764800&amp;v=beta&amp;t=LPKhowGl3ezUd86pFka_UYk8ePWHoK3p_CMD3_AhyCc" alt="Conteúdo do artigo"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quer se aprofundar no tema? Confira algumas referências:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. Disponível em: <a href="https://pibid.unespar.edu.br/noticias/paulo-freire-1970-pedagogia-do-oprimido.pdf/view">https://pibid.unespar.edu.br/noticias/paulo-freire-1970-pedagogia-do-oprimido.pdf/view</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">LOUREIRO, Carlos Frederico Bernardo. Premissas teóricas para uma educação ambiental transformadora. Disponível em: <a href="https://periodicos.furg.br/ambeduc/article/view/897/355">https://periodicos.furg.br/ambeduc/article/view/897/355</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">QUINTAS, José Silva. Gestão ambiental pública. In: BOZELLI, Reinaldo Luiz et al. (org.). <em>Curso de formação de educadores ambientais: a experiência do Projeto Pólen</em>. Macaé: NUPEM/UERJ, 2010. p. 61-84. Disponível em: <a href="https://sigam.ambiente.sp.gov.br/sigam3/Repositorio/472/Documentos/Mural_PlanosdeFiscalizacao/FormacaoSocioambiental/Referencias/Gestao%20Ambiental%20Publica%20-%20Quintas.pdf">https://sigam.ambiente.sp.gov.br/sigam3/Repositorio/472/Documentos/Mural_PlanosdeFiscalizacao/FormacaoSocioambiental/Referencias/Gestao%20Ambiental%20Publica%20-%20Quintas.pdf</a></p>
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		<item>
		<title>PEA Redes da Baía entra na Fase 3: diálogos, sistematização e caminhos para a governança participativa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PEA Redes da Baía de Guanabara]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 18:30:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Baía de Guanabara é um território tão complexo quanto estratégico para o país. Nela convivem múltiplos usos, atores e interesses: da pesca artesanal à indústria de óleo e gás, passando por comunidades tradicionais, atividades portuárias, transporte de passageiros e práticas esportivas. A gestão de uma região como essa exige mais do que técnica; demanda [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">A Baía de Guanabara é um território tão complexo quanto estratégico para o país. Nela convivem múltiplos usos, atores e interesses: da pesca artesanal à indústria de óleo e gás, passando por comunidades tradicionais, atividades portuárias, transporte de passageiros e práticas esportivas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A gestão de uma região como essa exige mais do que técnica; demanda diálogo, participação e educação. É com esse propósito que anunciamos a Fase 3 do Projeto de Educação Ambiental (PEA) Redes da Baía de Guanabara, uma condicionante do licenciamento ambiental federal conduzido pelo IBAMA, no âmbito das atividades da <a href="https://www.linkedin.com/company/totalenergies/">TotalEnergies</a> Brasil no Campo de Lapa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como chegamos até aqui</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de falar sobre a Fase 3, vale relembrar o caminho percorrido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Fase 1 (2021–2023), o projeto adotou a produção audiovisual como instrumento pedagógico e criou a série documental Espelhos da Baía, que apresenta, de forma acessível e humana, os múltiplos usos da Baía, os conflitos de interesse e as vozes dos diferentes atores que compartilham esse território.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Fase 2 (2024–2026), o foco foi ampliar a circulação da série e aprofundar o engajamento do público diversificado. Foram realizados Cine Debates, mesa-redonda, seminário, ações de campo, além do fortalecimento da comunicação digital para alcançar novos públicos nos municípios do entorno da Baía.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="768" src="https://pearedesdabaia.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1776369270979-1024x768.jpeg" alt="" class="wp-image-15283" srcset="https://pearedesdabaia.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1776369270979-1024x768.jpeg 1024w, https://pearedesdabaia.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1776369270979-300x225.jpeg 300w, https://pearedesdabaia.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1776369270979-768x576.jpeg 768w, https://pearedesdabaia.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1776369270979-600x450.jpeg 600w, https://pearedesdabaia.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1776369270979-560x420.jpeg 560w, https://pearedesdabaia.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1776369270979.jpeg 1333w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Participantes apresentam reflexões em um dos Cine Debates da Fase 2</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, partimos desse acúmulo para ir mais longe.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>E como será a Fase 3?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Iniciada agora em março e com previsão para durar 18 meses, a Fase 3 busca alcançar uma síntese do que foi construído ao longo de todo o projeto e fortalecer ainda mais o debate público sobre gestão e governança da zona costeira.&nbsp;Serão realizados seis Cine Debates, rodas de diálogo, articulações e um novo material audiovisual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dentre os objetivos principais estão:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>1. Sistematização do acúmulo do projeto: </strong>Organizar e traduzir, em formatos acessíveis, os debates, experiências e percepções produzidos ao longo das fases anteriores.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>2. Qualificação do debate público sobre governança: </strong>Apresentar de forma contextualizada os múltiplos usos da Baía, os conflitos associados e os diferentes atores envolvidos, favorecendo uma leitura mais crítica e informada sobre os desafios da gestão compartilhada da zona costeira.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>3. Ampliação da participação e articulação institucional:</strong> Integrar ações presenciais e digitais para fortalecer os canais de diálogo com o público diversificado e aproximar o projeto de atores institucionais &#8211; especialmente nos municípios do recôncavo da Baía, mas sem deixar de lado as parcerias mais antigas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Temas proritários</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Cine Debates e educomunicação vão caminhar lado a lado na Fase 3, e serão estruturados em torno de três temáticas principais:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Conflitos de Uso e Dinâmicas Socioambientais da Baía de Guanabara:</strong> pesca artesanal, tráfego industrial, cascos soçobrados, Economia Azul, biodiversidade costeira.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Comunidades Tradicionais, Direitos e Justiça Socioambiental:</strong> comunidades quilombolas e pesqueiras, racismo ambiental, liderança feminina nos territórios costeiros, saberes tradicionais.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Governança, Participação Social e Educação Ambiental Crítica:</strong> gestão ambiental municipal, instrumentos participativos, papel da educação ambiental na transformação social.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quem está no centro desse projeto</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O PEA Redes da Baía de Guanabara trabalha com um público diversificado, composto por pescadores artesanais e industriais, organizações da sociedade civil, praticantes de esporte e turismo, operadores portuários e de logística, profissionais do licenciamento ambiental e instituições públicas dos três níveis de governo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada um desses atores tem uma relação distinta com a Baía &#8211; e é justamente essa diversidade que torna o debate sobre governança tão necessário e, ao mesmo tempo, tão desafiador.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Acompanhe a Fase 3</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Aqui no LinkedIn traremos atualizações sobre a execução das ações do projeto assim como artigos mais aprofundados sobre temas relevantes para o licenciamento ambiental e para a gestão da Baía de Guanabara.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Siga também nosso Instagram, Facebook e YouTube (@pearedesdabaia) para receber ainda mais informação. Por lá teremos postagens semanais explicando conceitos, debatendo assuntos de interesse, e escutando especialistas e a população local.</p>
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		<title>Seminário do PEA Redes da Baía debate o uso do audiovisual na educação ambiental</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PEA Redes da Baía de Guanabara]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Oct 2025 12:18:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos dias 7 e 8 de outubro de 2025, o Projeto de Educação Ambiental (PEA) Redes da Baía de Guanabara realizou, no Novotel Porto Atlântico (RJ), o seminário “O uso do Audiovisual no Processo Educativo do Licenciamento Ambiental Federal”. Participaram 61 pessoas no primeiro dia e 59 no segundo, entre representantes de outros PEAs, IBAMA, [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Nos dias 7 e 8 de outubro de 2025, o Projeto de Educação Ambiental (PEA) Redes da Baía de Guanabara realizou, no Novotel Porto Atlântico (RJ), o seminário “O uso do Audiovisual no Processo Educativo do Licenciamento Ambiental Federal”. Participaram 61 pessoas no primeiro dia e 59 no segundo, entre representantes de outros PEAs, IBAMA, TotalEnergies EP Brasil, Fundação Instituto de Administração (FIA), pesquisadores, educadores, profissionais de comunicação, equipes do PMCS e do PARMIS, produtora Banda Filmes e comunidade acadêmica. O IBAMA contou com 8 representantes no Dia 1 e 5 no Dia 2.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A iniciativa teve como propósito aprofundar os desafios e as potencialidades do audiovisual nos processos educativos conduzidos pelos PEAs vinculados à Coordenação de Licenciamento Ambiental de Produção de Petróleo e Gás Offshore (Coprod/IBAMA).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Troca de experiências e debate coletivo</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A abertura institucional reuniu representantes do IBAMA, da TotalEnergies EP Brasil e da FIA, seguida de conferência sobre o papel do audiovisual como ferramenta educativa e de diálogo social no contexto do licenciamento. Na sequência, o PEA Redes da Baía apresentou suas experiências, com destaque para a série documental <em>Espelhos da Baía</em>, evidenciando como essa linguagem contribui para fortalecer o debate público e a participação social na gestão da Baía de Guanabara.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo do primeiro dia, houve painel com apresentações de PEAs selecionados, compartilhando práticas e metodologias do uso do audiovisual em ações de educação ambiental e encerrando com debate aberto entre os participantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Segundo dia: conexões e sínteses</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O segundo dia manteve o foco no compartilhamento de experiências, com apresentações que ampliaram o diálogo sobre diferentes formas de incorporar o audiovisual às estratégias de sensibilização e formação socioambiental. À tarde, duas mesas temáticas aprofundaram discussões:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Mesa 1: </strong>Júlio Dias (IBAMA) e Bryan Araújo (PMCS) trataram do Programa Macrorregional de Comunicação Social e das estratégias de comunicação no Licenciamento Ambiental Federal.</li>



<li><strong>Mesa 2: </strong>Tatiana Walter (FURG) e Patricia Saldanha (UFF) sistematizaram aprendizados e refletiram sobre caminhos futuros para a comunicação audiovisual nos PEAs coordenados pela Coprod/IBAMA.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph">A mediação foi realizada pela cientista política, professora e pesquisadora Tathiana Chicarino (USP).</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Participantes e representações de PEAs</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Estiveram presentes, ao longo dos dois dias, representantes dos PEAs: Redes da Baía, Rede Observação, Rendas do Petróleo, NEA-BC, Pescarte, Rumo, FOCO, QUIPEA, Caminhos do Mar, Horizontes, PIPP e PEA-BG, além de equipes do PMCS e do PARMIS, da Banda Filmes e de acadêmicos de diferentes instituições.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Um espaço de reflexão e construção coletiva</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O seminário consolidou-se como espaço de trocas, escuta e construção coletiva, estimulando uma visão crítica e integrada sobre o papel do audiovisual na educação ambiental. E não para por aqui: o debate segue no campo e nas plataformas digitais.</p>
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		<title>Boletim Informativo #23 – Agosto de 2025 </title>
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		<dc:creator><![CDATA[PEA Redes da Baía de Guanabara]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Aug 2025 15:25:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mesa-redonda encerra ciclo de Cine Debates da fase 2&#160; No dia 5 de agosto, o PEA Redes da Baía de Guanabara realizou a mesa-redonda “A participação social na gestão da Baía de Guanabara”, reunindo mais de 50 pessoas em um espaço de diálogo e construção coletiva. Representantes de instituições públicas, sociedade civil, pesquisadores, pescadores e [&#8230;]</p>
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<p class="has-medium-font-size wp-block-paragraph"><strong>Mesa-redonda encerra ciclo de Cine Debates da fase 2</strong>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">No dia 5 de agosto, o PEA Redes da Baía de Guanabara realizou a mesa-redonda “A participação social na gestão da Baía de Guanabara”, reunindo mais de 50 pessoas em um espaço de diálogo e construção coletiva. Representantes de instituições públicas, sociedade civil, pesquisadores, pescadores e outros usuários da Baía estiveram presentes, ampliando a troca de visões sobre os desafios e as possibilidades da gestão compartilhada.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O encontro teve início com falas institucionais da FIA, TotalEnergies e IBAMA, que destacaram a importância do projeto para fomentar a participação social e fortalecer os canais de diálogo na região. A mediação ficou a cargo da professora Carolina Almeida de Paula, doutora em Ciência Política pelo IESP/UERJ e integrante do Comitê de Especialistas do PEA.&nbsp;</p>



<p class="has-medium-font-size wp-block-paragraph"><strong>A mesa reuniu três expositores convidados:</strong>&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fernando Neves Pinto (CEDEMAR/SEENEMAR)</strong>, biólogo e pesquisador da UFRJ, que abordou a interface entre ciência, inovação e gestão costeira;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Eduardo Surek (ICMBio Guanabara)</strong>, com longa trajetória na gestão ambiental, que trouxe reflexões sobre a integração de políticas públicas;&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Beatriz da Cunha Margem (IBAMA)</strong>, que destacou a experiência na gestão compartilhada da pesca artesanal e a implementação do Fórum Permanente da Pesca Artesanal da Baía de Guanabara.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Após as falas, o público participou ativamente com perguntas e contribuições, promovendo um diálogo plural e direto entre diferentes atores sociais. A sistematização dos principais pontos ocorreu por meio de facilitação gráfica, reforçando o caráter coletivo do encontro.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O evento marcou o encerramento do ciclo de Cine Debates da fase 2, consolidando mais uma etapa do PEA Redes da Baía de Guanabara no fortalecimento da participação social e da gestão compartilhada da Baía.&nbsp;</p>



<p class="has-medium-font-size wp-block-paragraph">&nbsp;<br><strong>Confira a Facilitação Gráfica &#8211; resultado da mesa redonda:</strong>&nbsp;<br><strong></strong>&nbsp;</p>



<figure class="wp-block-image size-full"><img decoding="async" width="901" height="507" src="https://pearedesdabaia.com.br/wp-content/uploads/2025/08/image.png" alt="" class="wp-image-13762" srcset="https://pearedesdabaia.com.br/wp-content/uploads/2025/08/image.png 901w, https://pearedesdabaia.com.br/wp-content/uploads/2025/08/image-300x169.png 300w, https://pearedesdabaia.com.br/wp-content/uploads/2025/08/image-768x432.png 768w, https://pearedesdabaia.com.br/wp-content/uploads/2025/08/image-600x338.png 600w, https://pearedesdabaia.com.br/wp-content/uploads/2025/08/image-560x315.png 560w" sizes="(max-width: 901px) 100vw, 901px" /></figure>
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