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	<title>PEA &#8211; Redes da Baía</title>
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	<description>O PEA é uma medida de mitigação de impactos socioambientais ligados à produção de petróleo e gás da TotalEnergies EP Brasil, conduzido pelo Ibama.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 27 Jul 2026 16:00:27 +0000</lastBuildDate>
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	<title>PEA &#8211; Redes da Baía</title>
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		<title>Como a presença de comunidades tradicionais na Baía de Guanabara influencia nos processos de decisão sobre o território?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PEA Redes da Baía de Guanabara]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 15:56:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Historicamente marcada por intensos processos de urbanização, circulação marítima e atividades econômicas, a Baía de Guanabara costuma ser lembrada por sua importância econômica, por sua paisagem e por seus problemas ambientais. Mas a Baía também é território de povos e comunidades tradicionais. Em suas águas, manguezais, ilhas e áreas costeiras, diferentes grupos mantêm relações históricas [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Historicamente marcada por intensos processos de urbanização, circulação marítima e atividades econômicas, a Baía de Guanabara costuma ser lembrada por sua importância econômica, por sua paisagem e por seus problemas ambientais. Mas a Baía também é território de povos e comunidades tradicionais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em suas águas, manguezais, ilhas e áreas costeiras, diferentes grupos mantêm relações históricas com esse território, por meio de práticas sociais, econômicas e culturais diretamente ligadas aos recursos naturais. Essa presença não é apenas uma questão cultural ou simbólica. Ela produz implicações legais e políticas sobre a forma como decisões, empreendimentos e processos de licenciamento ambiental devem acontecer na região.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso significa que debates sobre desenvolvimento, infraestrutura e uso do território precisam considerar os direitos das populações cujos modos de vida podem ser afetados por essas decisões.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que são povos e comunidades tradicionais?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No Brasil, povos e comunidades tradicionais são reconhecidos pela Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais (PNPCT), instituída pelo Decreto Federal nº 6.040/2007.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo a legislação, esses grupos possuem formas próprias de organização social e utilizam territórios e recursos naturais como condição para sua reprodução cultural, social, religiosa, ancestral e econômica.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Três elementos ajudam a compreender esse conceito:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Autoidentificação:</strong> o reconhecimento como comunidade tradicional parte do próprio grupo, de sua identidade coletiva e de suas formas de pertencimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Territorialidade:</strong> o território é a base material, social, cultural e simbólica de reprodução desses grupos. Por isso, alterações no território podem afetar diretamente sua continuidade histórica e seus modos de vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Sustentabilidade:</strong> o uso dos recursos naturais é orientado por práticas, conhecimentos e formas de manejo transmitidas entre gerações, associadas à continuidade dos ecossistemas e das atividades tradicionais.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://media.licdn.com/dms/image/v2/D4D12AQEEirlQF8oaHg/article-inline_image-shrink_1500_2232/B4DZ9rRr4mI8AU-/0/1784211227358?e=1786579200&amp;v=beta&amp;t=buhh1dC9PsBMcIMWe-K6qiIvGk4AR8zTLTQNAUvcQKw" alt="Conteúdo do artigo"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Comunidades tradicionais e a Baía de Guanabara</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Ainda não existe um levantamento único e definitivo sobre todas as comunidades tradicionais da Baía de Guanabara. No entanto, diferentes pesquisas, censos e mapeamentos demonstram a presença de diversos grupos tradicionais em seu entorno.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Um levantamento participativo realizado a partir da plataforma <strong>De Olho na Guanabara</strong> identificou aproximadamente <strong>82</strong> comunidades, grupos e coletivos pesqueiros distribuídos nos sete municípios banhados pela Baía: Rio de Janeiro, Niterói, São Gonçalo, Magé, Guapimirim, Itaboraí e Duque de Caxias.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já o Censo 2022 identificou comunidades quilombolas em municípios do entorno da Baía, como o Quilombo da Pedra do Sal, o Quilombo da Gamboa e o Quilombo do Feital. As relações dessas comunidades com a região acontecem de formas distintas. Nem todas possuem modos de vida diretamente ligados às águas e aos ecossistemas da Baía, mas algumas mantêm vínculos históricos e territoriais importantes com esse espaço, como o <strong>Quilombo do Feital</strong>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A presença desses grupos se relaciona especialmente a manguezais, ilhas, áreas costeiras, rios e canais ligados à Baía. Nesse território, diferentes comunidades desenvolvem atividades como pesca artesanal, maricultura, cata de caranguejos e mariscos, navegação em pequenas embarcações, cuidado e recuperação de manguezais, práticas culturais ligadas às águas e turismo de base comunitária.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://media.licdn.com/dms/image/v2/D4D12AQHZS-jiTAi0dg/article-inline_image-shrink_1500_2232/B4DZ9rSC2uK8AU-/0/1784211322537?e=1786579200&amp;v=beta&amp;t=_LmY_T13cG-rB6LAt38cOACulCsfagWFUmt6iHWUmsg" alt="Conteúdo do artigo"/><figcaption class="wp-element-caption">Cata de caranguejo em Magé</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Consulta Livre, Prévia e Informada: o direito de participar das decisões</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Quando medidas, políticas ou empreendimentos podem afetar territórios tradicionais, a escuta dessas populações não é um favor, é um direito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Convenção nº 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), da qual o Brasil é signatário, estabelece o direito à Consulta Livre, Prévia e Informada (CLPI). Isso significa que povos e comunidades tradicionais devem ser consultados sempre que decisões administrativas ou legislativas possam afetar seus territórios, suas atividades e seus modos de vida.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, esse direito se relaciona diretamente com processos de licenciamento ambiental envolvendo portos, rodovias, indústrias e outros empreendimentos capazes de impactar áreas de pesca artesanal, manguezais, rotas de circulação e espaços de uso tradicional na Baía de Guanabara.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A consulta deve acontecer de forma:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Livre:</strong> sem coerção, intimidação ou pressão externa;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Prévia:</strong> antes da tomada de decisão ou da autorização do empreendimento;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Informada:</strong> com acesso a informações completas, compreensíveis e adequadas à realidade das comunidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que são Protocolos de Consulta?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os Protocolos de Consulta são documentos elaborados pelas próprias comunidades para definir como devem ser consultadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Esses protocolos podem indicar quem participa dos processos, quais formas de diálogo devem ser respeitadas, como acontecem as decisões coletivas e quais tempos, espaços e dinâmicas comunitárias precisam ser considerados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na prática, os protocolos traduzem as formas próprias de organização das comunidades em parâmetros para os processos de consulta. Eles fortalecem a participação social ao estabelecer procedimentos definidos pelos próprios grupos, evitando que a consulta seja conduzida de forma genérica, apressada ou incompatível com suas realidades.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Justiça socioambiental e responsabilidade institucional</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Discutir comunidades tradicionais na Baía de Guanabara também é discutir justiça socioambiental. Esses grupos convivem historicamente com os efeitos da poluição, do avanço urbano-industrial e das disputas territoriais. Ao mesmo tempo, mantêm práticas, conhecimentos e formas de organização diretamente relacionados ao uso, ao cuidado e à preservação dos ecossistemas da Baía.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Reconhecer a presença de pescadores e pescadoras artesanais, marisqueiras, catadores de caranguejo, comunidades quilombolas e grupos associados a modos de vida caiçaras e extrativistas tem implicações concretas para a gestão ambiental e para os processos de licenciamento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A participação dessas comunidades é um direito assegurado, necessário para que decisões sobre a Baía de Guanabara sejam mais democráticas, responsáveis e compatíveis com a justiça socioambiental.</p>
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		<title>PEA Redes da Baía reúne poder público de Itaboraí para refletir sobre a Baía de Guanabara</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PEA Redes da Baía de Guanabara]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 20:38:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No dia 1º de julho, o PEA Redes da Baía realizou um Cine Debate na Prefeitura Municipal de Itaboraí í para discutir a relação socioeconômica do município com a Baía de Guanabara e sua articulação com as demais cidades do entorno O evento reuniu representantes da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo, do Grupamento [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">No dia 1º de julho, o PEA Redes da Baía realizou um Cine Debate na Prefeitura Municipal de Itaboraí í para discutir a relação socioeconômica do município com a Baía de Guanabara e sua articulação com as demais cidades do entorno<br><br>O evento reuniu representantes da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Urbanismo, do Grupamento Especial de Proteção Ambiental (GEPAM) da Guarda Municipal e da Secretaria Municipal de Obras, além de Flávio Lontro, coordenador-geral da CONFREM Brasil.<br><br>A atividade começou com falas de Janaína Wu e <a href="https://www.linkedin.com/in/carinepassos/">Carine Passos</a>, da equipe do PEA Redes da Baía; <a href="https://www.linkedin.com/in/m%C3%B4nicabrito/">Mônica Brito</a>, da <a href="https://www.linkedin.com/company/totalenergies/">TotalEnergies</a> Brasil; e Alyne Felizardo, secretária municipal de Meio Ambiente e Urbanismo de Itaboraí. Em seguida, foi exibido o episódio 5 da série &#8220;Espelhos da Baía&#8221;, “Organização e Políticas Públicas na Baía de Guanabara”.<br><br>Após a exibição, os participantes foram divididos em dois grupos para debater as questões propostas pela equipe do PEA, construindo um olhar coletivo sobre os potenciais, os desafios e as perspectivas para a atuação do poder público na gestão da Baía de Guanabara.<br><br>Ao final, cada grupo apresentou suas contribuições em plenária, e Carine Passos realizou uma síntese do debate. O encontro foi encerrado com uma fala de agradecimento de Raoni Cardoso, subsecretário municipal de Meio Ambiente e Urbanismo.<br><br>Assista aos cinco episódios e ao média-metragem da série &#8220;Espelhos da Baía&#8221; no YouTube.</p>
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		<title>PEA Redes da Baía promove Cine Debate durante evento ambiental em Guapimirim</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PEA Redes da Baía de Guanabara]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 21:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ontem, 25 de junho, o PEA Redes da Baía participou do primeiro dia da 2ª edição do evento &#8220;Da Serra ao Mar&#8221;, promovido pela Prefeitura Municipal de Guapimirim em celebração ao Mês do Meio Ambiente. A programação começou pela manhã com trocas de conhecimentos entre representantes de organizações como a ONG Guardiões do Mar 💚, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Ontem, 25 de junho, o PEA Redes da Baía participou do primeiro dia da 2ª edição do evento &#8220;Da Serra ao Mar&#8221;, promovido pela <a href="https://www.linkedin.com/company/prefeitura-municipal-de-guapimirim/">Prefeitura Municipal de Guapimirim</a> em celebração ao Mês do Meio Ambiente.<br><br>A programação começou pela manhã com trocas de conhecimentos entre representantes de organizações como a <a href="https://www.linkedin.com/company/guardioes-do-mar-ong/">ONG Guardiões do Mar 💚</a>, o <a href="https://www.linkedin.com/company/ibama/">Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis &#8211; Ibama</a>/RJ, o Movimento Baía Viva, o Comitê da Bacia Hidrográfica da Baía de Guanabara e a Liga das Entidades da Pesca do Rio de Janeiro. À tarde, o PEA Redes da Baía promoveu um Cine Debate com servidores públicos, associações e parceiros convidados.<br><br>A atividade foi aberta com falas de <a href="https://www.linkedin.com/in/carinepassos/">Carine Passos</a>, coordenadora do PEA Redes da Baía; Janaína Wu, coordenadora de Campo do projeto; <a href="https://www.linkedin.com/in/m%C3%B4nicabrito/">Mônica Brito</a>, analista socioambiental sênior da TotalEnergies; e Mayara Barroso, secretária municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade de Guapimirim. Em seguida, foi exibido o episódio 4 da série Espelhos da Baía, &#8220;Pescadores e Pescadoras da Baía de Guanabara&#8221;.<br><br>Após a exibição, os participantes foram divididos em dois grupos para uma discussão coletiva. As reflexões giraram em torno da importância do cuidado com os rios que desembocam na Baía de Guanabara, das ações e projetos ambientais desenvolvidos pela Prefeitura e da necessidade de fortalecer a articulação entre os municípios para uma gestão ambiental mais integrada. Os grupos encerraram o debate compartilhando suas contribuições em plenária.<br><br>A série Espelhos da Baía apresenta diferentes olhares sobre os usos, os modos de vida e os desafios relacionados à Baía de Guanabara. Os cinco episódios e o média-metragem estão disponíveis no canal do PEA Redes da Baía no YouTube: <a href="https://lnkd.in/emVXwkSK">https://lnkd.in/emVXwkSK</a></p>



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		<title>Cine Debate: Universidade do Ambiente (INEA)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PEA Redes da Baía de Guanabara]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 21:48:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ontem, 17 de junho, o PEA Redes da Baía realizou o primeiro Cine Debate da Fase 3. O encontro aconteceu no INEA &#8211; Instituto Estadual do Ambiente e integrou a programação comemorativa dos dez anos da Universidade do Ambiente, ambos vinculados à Secretaria de Estado do Ambiente e Sustentabilidade &#8211; SEAS. Participaram da atividade técnicos [&#8230;]</p>
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]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Ontem, 17 de junho, o PEA Redes da Baía realizou o primeiro Cine Debate da Fase 3. O encontro aconteceu no <a href="https://www.linkedin.com/company/inea-rj/">INEA &#8211; Instituto Estadual do Ambiente</a> e integrou a programação comemorativa dos dez anos da <a href="https://www.linkedin.com/company/universidade-do-ambiente/">Universidade do Ambiente</a>, ambos vinculados à <a href="https://www.linkedin.com/company/ambienterj/">Secretaria de Estado do Ambiente e Sustentabilidade &#8211; SEAS</a>.<br><br>Participaram da atividade técnicos do Inea, pesquisadores, professores e representantes de empresas dos setores de portos, terminais e estaleiros.<br><br>A programação teve início com as falas institucionais de <a href="https://www.linkedin.com/in/m%C3%B4nicabrito/">Mônica Brito</a>, da <a href="https://www.linkedin.com/company/totalenergies/">TotalEnergies</a>; <a href="https://www.linkedin.com/in/ricardo-marcelo-89756515/">Ricardo Marcelo</a> , superintendente regional da Baía de Guanabara; e Janaína Wu e <a href="https://www.linkedin.com/in/carinepassos/">Carine Passos</a>, do PEA Redes da Baía.<br><br>Nesta edição, foi exibido o primeiro episódio da série Espelhos da Baía: A Memória e a História do Tráfego de Embarcações na Baía de Guanabara. Após a exibição, uma questão disparadora convidou o público a refletir sobre como promover uma articulação mais integrada entre as diferentes instituições e os diversos atores envolvidos na gestão da Baía de Guanabara.<br><br>O primeiro episódio da série aborda as transformações ocorridas na Baía de Guanabara a partir da década de 1970. Por meio das memórias e vivências de diferentes personagens, a produção apresenta mudanças na ocupação e nos usos desse território relacionadas ao aumento do tráfego de embarcações no espelho d’água.<br><br>Assista ao episódio no YouTube: <a href="https://lnkd.in/d64db8uJ">https://lnkd.in/d64db8uJ</a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Exibição: IBAMA de portas abertas</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 21:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ontem, dia 10 de junho, o PEA Redes da Baía participou da programação do Junho Verde da Superintendência do Ibama no Rio de Janeiro, com a exibição do média-metragem Espelhos da Baía, seguida de um debate com o público. A sessão aconteceu com a sala cheia, exibição em telão e pipoca para os presentes. Após [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Ontem, dia 10 de junho, o PEA Redes da Baía participou da programação do Junho Verde da Superintendência do Ibama no Rio de Janeiro, com a exibição do média-metragem Espelhos da Baía, seguida de um debate com o público.<br><br>A sessão aconteceu com a sala cheia, exibição em telão e pipoca para os presentes. Após o filme, a conversa contou com a participação de Cecília Barbosa, do <a href="https://www.linkedin.com/company/ibama/">Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis &#8211; Ibama</a>; <a href="https://www.linkedin.com/in/m%C3%B4nicabrito/">Mônica Brito</a>, da <a href="https://www.linkedin.com/company/totalenergies/">TotalEnergies</a>; e <a href="https://www.linkedin.com/in/carinepassos/">Carine Passos</a> e Janaína Wu, do PEA Redes da Baía, ampliando reflexões sobre educação ambiental, licenciamento ambiental, participação social e os múltiplos usos e interesses que atravessam a Baía de Guanabara.<br><br>Produzida ao longo da Fase 1 do PEA Redes da Baía, Espelhos da Baía é uma série documental composta por cinco episódios e um média-metragem, reunindo instituições públicas e sociedade civil para refletir sobre a gestão ambiental e do tráfego aquaviário no espelho d’água da Baía e contribuir para o debate sobre o uso compartilhado desse território. Assista no YouTube: <a href="https://lnkd.in/e4pMamNF">https://lnkd.in/e4pMamNF</a></p>
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		<title>Educação Ambiental para transformar realidades: por que a Educação Ambiental Crítica orienta o PEA Redes da Baía?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PEA Redes da Baía de Guanabara]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 13:39:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Junho reúne algumas das principais datas nacionais e internacionais dedicadas ao debate ambiental. Por isso, é conhecido como Mês do Meio Ambiente, tendo como marco o 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, instituído pela ONU em 1972 para chamar atenção para os desafios ambientais enfrentados em todo o mundo. Ao longo das últimas [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">Junho reúne algumas das principais datas nacionais e internacionais dedicadas ao debate ambiental. Por isso, é conhecido como Mês do Meio Ambiente, tendo como marco o 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, instituído pela ONU em 1972 para chamar atenção para os desafios ambientais enfrentados em todo o mundo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo das últimas décadas, temas como mudanças climáticas, poluição, preservação ambiental e uso dos recursos naturais ganharam cada vez mais espaço no debate público. Ao mesmo tempo, também se fortaleceu a compreensão de que falar sobre meio ambiente vai muito além de falar apenas sobre natureza.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os problemas ambientais não existem de forma isolada. Eles estão diretamente relacionados às formas como produzimos, ocupamos os territórios, utilizamos os recursos naturais e organizamos a vida em sociedade.&nbsp;É a partir dessa perspectiva que a Educação Ambiental Crítica (EAC) orienta as ações desenvolvidas pelo PEA Redes da Baía de Guanabara.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que transmitir informações sobre meio ambiente, essa abordagem busca fortalecer a participação social, a construção coletiva do conhecimento e a capacidade de compreender criticamente a realidade dos territórios.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://media.licdn.com/dms/image/v2/D4E12AQEzknGRXGsE3A/article-inline_image-shrink_1000_1488/B4EZ6s7Oa.JUAI-/0/1781017669198?e=1784764800&amp;v=beta&amp;t=ho-s3qWywYxm0MzcckRzBTaMtu_0BCnzfLonHfQBVeU" alt="Conteúdo do artigo"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O que é Educação Ambiental Crítica?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Muitas pessoas associam a educação ambiental a práticas importantes do cotidiano, como reciclagem, economia de água ou plantio de árvores. Essas ações têm relevância e contribuem para a construção de uma cultura ambiental.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas a Educação Ambiental Crítica propõe ir além.&nbsp;Essa abordagem busca compreender por que os problemas ambientais existem e quais relações sociais, econômicas e políticas estão envolvidas em sua produção e manutenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A partir desse entendimento, a EAC reconhece que sociedade e natureza estão profundamente interligadas. Assim, os impactos ambientais não podem ser analisados de forma isolada, já que fazem parte de modelos de desenvolvimento, disputas por território, desigualdades sociais e processos históricos que afetam diferentes grupos de maneiras distintas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que incentivar mudanças individuais de comportamento, a Educação Ambiental Crítica busca fortalecer a consciência coletiva, o pensamento crítico e a participação social nos processos de decisão que impactam os territórios.&nbsp;Nesse sentido, a educação deixa de ser entendida apenas como transmissão de informações e passa a ser construída como um processo de diálogo, reflexão e produção coletiva de conhecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Educação, diálogo e transformação social</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">A Educação Ambiental Crítica possui forte influência do pensamento de Paulo Freire e de sua proposta de educação problematizadora e emancipatória.&nbsp;Para Freire, educar não significa transferir conhecimento de forma vertical, mas criar condições para que os sujeitos possam refletir sobre sua realidade, compartilhar saberes e atuar coletivamente na transformação do mundo em que vivem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa perspectiva valoriza a escuta, o diálogo entre diferentes experiências e os conhecimentos produzidos nos territórios.&nbsp;A EAC busca criar espaços de troca, onde diferentes saberes se encontram: o técnico-científico e o tradicional, o local e o institucional, o vivido e o teorizado.&nbsp;Assim, o processo educativo passa a ser entendido como uma construção coletiva, conectada às experiências concretas dos sujeitos e às realidades dos territórios onde vivem.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Justiça socioambiental e desigualdades</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro aspecto central da Educação Ambiental Crítica é o reconhecimento de que os impactos ambientais não atingem todas as pessoas da mesma forma.&nbsp;Comunidades pesqueiras, povos tradicionais, populações periféricas e grupos historicamente vulnerabilizados frequentemente convivem mais diretamente com processos de poluição, degradação ambiental e violações de direitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao mesmo tempo, muitas dessas populações têm menos acesso aos espaços de tomada de decisão sobre os empreendimentos e atividades que impactam seus territórios.&nbsp;Por isso, a EAC também está ligada à construção da justiça socioambiental. Isso significa compreender que as questões ambientais envolvem disputas por direitos, distribuição desigual dos impactos ambientais e participação social.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://media.licdn.com/dms/image/v2/D4E12AQEtntqKKm_9ow/article-inline_image-shrink_1000_1488/B4EZ6s8obLIkAI-/0/1781018036153?e=1784764800&amp;v=beta&amp;t=nxmlWtqp2nJwBWgQpLP126wO4COE78DT50acNUI7LEs" alt="Conteúdo do artigo"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A Educação Ambiental no Licenciamento Ambiental Federal</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">No contexto do Licenciamento Ambiental Federal, a Educação Ambiental integra o conjunto de medidas exigidas para lidar com os impactos dos empreendimentos licenciados.&nbsp;A Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA), instituída pela Lei nº 9.795/1999, reconhece a Educação Ambiental como componente essencial e permanente da educação nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Já no âmbito do licenciamento ambiental, os Projetos de Educação Ambiental (PEAs) surgem como instrumentos voltados à formação, mobilização e participação social nos territórios impactados.&nbsp;Orientados por uma perspectiva crítica, os PEAs não se limitam à transmissão de conteúdos técnicos ou informações sobre os empreendimentos.&nbsp;Eles criam espaços de diálogo, escuta, troca de saberes e fortalecimento da participação social, contribuindo para que os grupos das áreas afetadas possam compreender os impactos das atividades licenciadas, conhecer seus direitos e ampliar sua atuação nos processos decisórios.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>O PEA Redes da Baía, a Educação Ambiental Crítica e a Baía de Guanabara</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O PEA Redes da Baía de Guanabara desenvolve suas ações a partir da Educação Ambiental Crítica, entendendo que os problemas ambientais da Baía estão diretamente ligados às desigualdades sociais, aos conflitos de uso do território e à participação nos processos de decisão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Baía de Guanabara reúne diferentes atividades econômicas, modos de vida e interesses. Pescadores artesanais, comunidades tradicionais, operações portuárias, embarcações ligadas à indústria de petróleo e gás, estaleiros e órgãos públicos compartilham o mesmo território, muitas vezes em condições desiguais de acesso, impacto e participação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse contexto, alguns grupos convivem mais diretamente com a poluição, restrições de acesso ao território e violações de direitos, enquanto têm menos espaço nos processos decisórios. Por isso, a Educação Ambiental Crítica é fundamental para fortalecer a compreensão coletiva da realidade, ampliar o diálogo entre diferentes saberes e incentivar a participação social na gestão da Baía.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao longo de suas fases, o PEA Redes da Baía vem criando espaços de formação, reflexão e troca sobre a governança do território. Na Fase 1, a Série Documental Espelhos da Baía trouxe para o centro da narrativa as vozes de quem vive e trabalha na região. Na Fase 2, os cine debates e ações de campo ampliaram as discussões sobre conflitos de uso e gestão compartilhada. Já na Fase 3, o projeto aprofunda esse percurso por meio da sistematização dos aprendizados, da articulação institucional e da produção de novos materiais de comunicação e educomunicação.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais do que compartilhar informações, o projeto busca fortalecer processos coletivos de leitura crítica da realidade e ampliar possibilidades de participação social nos territórios.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://media.licdn.com/dms/image/v2/D4E12AQGtBWLyFr_b8w/article-inline_image-shrink_1000_1488/B4EZ6s_Q7CHMAM-/0/1781018726700?e=1784764800&amp;v=beta&amp;t=LPKhowGl3ezUd86pFka_UYk8ePWHoK3p_CMD3_AhyCc" alt="Conteúdo do artigo"/></figure>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quer se aprofundar no tema? Confira algumas referências:</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. Disponível em: <a href="https://pibid.unespar.edu.br/noticias/paulo-freire-1970-pedagogia-do-oprimido.pdf/view">https://pibid.unespar.edu.br/noticias/paulo-freire-1970-pedagogia-do-oprimido.pdf/view</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">LOUREIRO, Carlos Frederico Bernardo. Premissas teóricas para uma educação ambiental transformadora. Disponível em: <a href="https://periodicos.furg.br/ambeduc/article/view/897/355">https://periodicos.furg.br/ambeduc/article/view/897/355</a>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">QUINTAS, José Silva. Gestão ambiental pública. In: BOZELLI, Reinaldo Luiz et al. (org.). <em>Curso de formação de educadores ambientais: a experiência do Projeto Pólen</em>. Macaé: NUPEM/UERJ, 2010. p. 61-84. Disponível em: <a href="https://sigam.ambiente.sp.gov.br/sigam3/Repositorio/472/Documentos/Mural_PlanosdeFiscalizacao/FormacaoSocioambiental/Referencias/Gestao%20Ambiental%20Publica%20-%20Quintas.pdf">https://sigam.ambiente.sp.gov.br/sigam3/Repositorio/472/Documentos/Mural_PlanosdeFiscalizacao/FormacaoSocioambiental/Referencias/Gestao%20Ambiental%20Publica%20-%20Quintas.pdf</a></p>
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		<title>PEA Redes da Baía entra na Fase 3: diálogos, sistematização e caminhos para a governança participativa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PEA Redes da Baía de Guanabara]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 18:30:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Baía de Guanabara é um território tão complexo quanto estratégico para o país. Nela convivem múltiplos usos, atores e interesses: da pesca artesanal à indústria de óleo e gás, passando por comunidades tradicionais, atividades portuárias, transporte de passageiros e práticas esportivas. A gestão de uma região como essa exige mais do que técnica; demanda [&#8230;]</p>
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<p class="wp-block-paragraph">A Baía de Guanabara é um território tão complexo quanto estratégico para o país. Nela convivem múltiplos usos, atores e interesses: da pesca artesanal à indústria de óleo e gás, passando por comunidades tradicionais, atividades portuárias, transporte de passageiros e práticas esportivas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A gestão de uma região como essa exige mais do que técnica; demanda diálogo, participação e educação. É com esse propósito que anunciamos a Fase 3 do Projeto de Educação Ambiental (PEA) Redes da Baía de Guanabara, uma condicionante do licenciamento ambiental federal conduzido pelo IBAMA, no âmbito das atividades da <a href="https://www.linkedin.com/company/totalenergies/">TotalEnergies</a> Brasil no Campo de Lapa.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como chegamos até aqui</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de falar sobre a Fase 3, vale relembrar o caminho percorrido.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Fase 1 (2021–2023), o projeto adotou a produção audiovisual como instrumento pedagógico e criou a série documental Espelhos da Baía, que apresenta, de forma acessível e humana, os múltiplos usos da Baía, os conflitos de interesse e as vozes dos diferentes atores que compartilham esse território.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na Fase 2 (2024–2026), o foco foi ampliar a circulação da série e aprofundar o engajamento do público diversificado. Foram realizados Cine Debates, mesa-redonda, seminário, ações de campo, além do fortalecimento da comunicação digital para alcançar novos públicos nos municípios do entorno da Baía.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="768" src="https://pearedesdabaia.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1776369270979-1024x768.jpeg" alt="" class="wp-image-15283" srcset="https://pearedesdabaia.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1776369270979-1024x768.jpeg 1024w, https://pearedesdabaia.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1776369270979-300x225.jpeg 300w, https://pearedesdabaia.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1776369270979-768x576.jpeg 768w, https://pearedesdabaia.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1776369270979-600x450.jpeg 600w, https://pearedesdabaia.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1776369270979-560x420.jpeg 560w, https://pearedesdabaia.com.br/wp-content/uploads/2026/07/1776369270979.jpeg 1333w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><figcaption class="wp-element-caption">Participantes apresentam reflexões em um dos Cine Debates da Fase 2</figcaption></figure>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, partimos desse acúmulo para ir mais longe.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>E como será a Fase 3?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Iniciada agora em março e com previsão para durar 18 meses, a Fase 3 busca alcançar uma síntese do que foi construído ao longo de todo o projeto e fortalecer ainda mais o debate público sobre gestão e governança da zona costeira.&nbsp;Serão realizados seis Cine Debates, rodas de diálogo, articulações e um novo material audiovisual.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dentre os objetivos principais estão:</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>1. Sistematização do acúmulo do projeto: </strong>Organizar e traduzir, em formatos acessíveis, os debates, experiências e percepções produzidos ao longo das fases anteriores.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>2. Qualificação do debate público sobre governança: </strong>Apresentar de forma contextualizada os múltiplos usos da Baía, os conflitos associados e os diferentes atores envolvidos, favorecendo uma leitura mais crítica e informada sobre os desafios da gestão compartilhada da zona costeira.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>3. Ampliação da participação e articulação institucional:</strong> Integrar ações presenciais e digitais para fortalecer os canais de diálogo com o público diversificado e aproximar o projeto de atores institucionais &#8211; especialmente nos municípios do recôncavo da Baía, mas sem deixar de lado as parcerias mais antigas.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Temas proritários</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Cine Debates e educomunicação vão caminhar lado a lado na Fase 3, e serão estruturados em torno de três temáticas principais:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Conflitos de Uso e Dinâmicas Socioambientais da Baía de Guanabara:</strong> pesca artesanal, tráfego industrial, cascos soçobrados, Economia Azul, biodiversidade costeira.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Comunidades Tradicionais, Direitos e Justiça Socioambiental:</strong> comunidades quilombolas e pesqueiras, racismo ambiental, liderança feminina nos territórios costeiros, saberes tradicionais.</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Governança, Participação Social e Educação Ambiental Crítica:</strong> gestão ambiental municipal, instrumentos participativos, papel da educação ambiental na transformação social.</li>
</ul>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Quem está no centro desse projeto</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O PEA Redes da Baía de Guanabara trabalha com um público diversificado, composto por pescadores artesanais e industriais, organizações da sociedade civil, praticantes de esporte e turismo, operadores portuários e de logística, profissionais do licenciamento ambiental e instituições públicas dos três níveis de governo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Cada um desses atores tem uma relação distinta com a Baía &#8211; e é justamente essa diversidade que torna o debate sobre governança tão necessário e, ao mesmo tempo, tão desafiador.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Acompanhe a Fase 3</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Aqui no LinkedIn traremos atualizações sobre a execução das ações do projeto assim como artigos mais aprofundados sobre temas relevantes para o licenciamento ambiental e para a gestão da Baía de Guanabara.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Siga também nosso Instagram, Facebook e YouTube (@pearedesdabaia) para receber ainda mais informação. Por lá teremos postagens semanais explicando conceitos, debatendo assuntos de interesse, e escutando especialistas e a população local.</p>
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		<title>Boletim Informativo #29 – Fevereiro de 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[PEA Redes da Baía de Guanabara]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 11:18:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Boletim]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Encerramento da Fase 2 A Fase 2 do PEA Redes da Baía de Guanabara chegou ao fim. Este ciclo foi marcado por cine-debates, encontros presenciais, mesa-redonda e seminário, articulando diferentes instituições, territórios e públicos em torno do debate sobre a Baía de Guanabara, a participação social e a gestão compartilhada do Espelho D&#8217;água. Ao longo da Fase 2, o projeto fez uso [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>Encerramento da Fase 2 </strong><br>A Fase 2 do PEA Redes da Baía de Guanabara chegou ao fim. Este ciclo foi marcado por cine-debates, encontros presenciais, mesa-redonda e seminário, articulando diferentes instituições, territórios e públicos em torno do debate sobre a Baía de Guanabara, a participação social e a gestão compartilhada do Espelho D&#8217;água. Ao longo da Fase 2, o projeto fez uso do audiovisual como mediação para o diálogo, promovendo espaços de escuta e troca entre representantes do poder público, do setor privado, pesquisadores, pescadores, catadores de caranguejo, trabalhadores da cadeia produtiva de petróleo, transporte aquaviário, organizações da sociedade civil e demais usuários da Baía. <br><br><strong>Boletim Anual 2025 | Ano 2 – Fase 2 </strong><br>O boletim apresenta a síntese das atividades realizadas entre março de 2025 e fevereiro de 2026, detalhando os cine-debates, a mesa-redonda, o seminário, as articulações institucionais e as estratégias de comunicação desenvolvidas no período. O material também contextualiza os objetivos do projeto no âmbito do Licenciamento Ambiental Federal. <br><a href="https://pearedesdabaia.com.br/wp-content/uploads/2026/02/Versao_Final_Boletim-anual-2026.pdf%C2%A0%C2%A0" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Acesse o Boletim Anual clicando aqui.</a><br><br><strong>Relatório Audiovisual da Fase 2 </strong><br>Apresentamos o Relatório Audiovisual da Fase 2, que busca trazer informações de forma clara, utilizando os recursos audiovisuais para relatar as ações promovidas pelo PEA até aqui. O material sistematiza aprendizados, percepções e encaminhamentos construídos coletivamente, reafirmando a importância da participação social e da interlocução entre os diferentes setores para uma gestão da Baía de Guanabara cada vez mais compartilhada. <br><a href="https://youtu.be/dfbgrWF2lnI" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Assista o Relatório Audiovisual clicando aqui.</a>    <br><br>Os materiais sistematizam as atividades realizadas, os principais encontros promovidos e as reflexões construídas ao longo desta etapa do projeto. Com o encerramento desta etapa, inicia-se o planejamento da Fase 3, que dará continuidade às ações e articulações desenvolvidas pelo projeto. Nos vemos na Fase 3.  </td></tr></tbody></table></figure>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td>Atenciosamente,&nbsp;<br><br><strong>Equipe PEA Redes da Baía de Guanabara&nbsp;</strong></td></tr></tbody></table></figure>
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		<item>
		<title>Boletim Informativo #28 – Janeiro de 2026</title>
		<link>https://pearedesdabaia.com.br/boletim-informativo-28-janeiro-de-2025/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[PEA Redes da Baía de Guanabara]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Feb 2026 11:16:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Boletim]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Encerramento da Fase 2&#160;Chegamos ao&#160;penúltimo&#160;mês da Fase 2 do PEA Redes da Baía. Este período marcou a consolidação de agendas, a ampliação dos diálogos e o fortalecimento das articulações construídas ao longo do ciclo.&#160;&#160; Ações de Campo e Encontros Presenciais&#160;Ao longo da Fase 2, as ações de campo tiveram papel central na escuta, no diálogo [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>Encerramento da Fase 2&nbsp;</strong><br>Chegamos ao&nbsp;penúltimo&nbsp;mês da Fase 2 do PEA Redes da Baía. Este período marcou a consolidação de agendas, a ampliação dos diálogos e o fortalecimento das articulações construídas ao longo do ciclo.&nbsp;&nbsp;<br><br><strong>Ações de Campo e Encontros Presenciais&nbsp;</strong><br>Ao longo da Fase 2, as ações de campo tiveram papel central na escuta, no diálogo e na construção coletiva. As visitas realizadas neste último mês reforçaram vínculos, permitiram aprofundar temas debatidos ao longo da série e contribuíram para o acompanhamento das dinâmicas locais relacionadas à Baía.&nbsp;Esses encontros foram fundamentais para registrar percepções, identificar desafios e reunir insumos que seguem alimentando o projeto e suas estratégias futuras.&nbsp;&nbsp;<br><br><strong>Desmobilização da Fase 2</strong>&nbsp;<br>O período de desmobilização marca o fechamento deste ciclo,&nbsp;com&nbsp;agradecimento aos parceiros que caminharam conosco,&nbsp;dando transparência aos processos do projeto&nbsp;e&nbsp;valorizando&nbsp;as&nbsp;&nbsp;experiências&nbsp;e aprendizados&nbsp;vividos&nbsp;em campo. Este é também um momento de transição, que conecta o que foi construído até aqui com o planejamento da próxima fase.&nbsp;<br>&nbsp;</td></tr></tbody></table></figure>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><img decoding="async" width="264" src="https://mcusercontent.com/5472ca02b8f6ed5a7951e56b2/images/4be8fc31-4990-bbb3-1291-ddd2bdc4d359.jpeg" alt="">            <img decoding="async" width="264" src="https://mcusercontent.com/5472ca02b8f6ed5a7951e56b2/images/28f4cc73-0ac0-92e1-ecb5-ae3f64c04f1d.jpeg" alt=""></td></tr><tr><td><img decoding="async" width="264" src="https://mcusercontent.com/5472ca02b8f6ed5a7951e56b2/_compresseds/074275ff-8750-e655-d3a2-7088d8c49e39.jpeg" alt="">            <img decoding="async" width="264" src="https://mcusercontent.com/5472ca02b8f6ed5a7951e56b2/_compresseds/0e300cde-b94e-7d4d-0a53-61be6d3621a1.jpeg" alt=""></td></tr></tbody></table></figure>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>O que vem pela frente&nbsp;</strong><br>O PEA Redes da Baía segue em movimento. A Fase 3 já está em preparação e dará continuidade aos debates sobre a Baía, seus usos, desafios e possibilidades, ampliando os espaços de diálogo e aprofundamento.&nbsp;<br>&nbsp;O encerramento desta fase não significa o fim do projeto.&nbsp; Pelo contrário: as reflexões, trocas e aprendizados acumulados seguem orientando os próximos passos do projeto.&nbsp;Em&nbsp;breve retornaremos com novidades.&nbsp;</td></tr></tbody></table></figure>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td>Atenciosamente,&nbsp;<br><br><strong>Equipe PEA Redes da Baía de Guanabara&nbsp;</strong></td></tr></tbody></table></figure>
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		<title>Boletim Informativo #27 – Dezembro de 2025 </title>
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		<dc:creator><![CDATA[PEA Redes da Baía de Guanabara]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Dec 2025 11:13:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Boletim]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>2025 foi um ano de muitas articulações e encontros para o PEA Redes da Baía de Guanabara.&#160;Ao longo da&#160;fase 2, o projeto realizou&#160;Cine&#160;Debates em diferentes territórios e instituições, promovendo espaços presenciais de diálogo&#160;e&#160;utilizando o audiovisual como&#160;dispositivo para as discussões.&#160;Esses encontros reuniram públicos diversos e colocaram em debate os usos da Baía, os conflitos existentes, a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td>2025 foi um ano de muitas articulações e encontros para o PEA Redes da Baía de Guanabara.&nbsp;Ao longo da&nbsp;fase 2, o projeto realizou&nbsp;Cine&nbsp;Debates em diferentes territórios e instituições, promovendo espaços presenciais de diálogo&nbsp;e&nbsp;utilizando o audiovisual como&nbsp;dispositivo para as discussões.&nbsp;Esses encontros reuniram públicos diversos e colocaram em debate os usos da Baía, os conflitos existentes, a participação social e os desafios&nbsp;para chegar a uma&nbsp;gestão compartilhada&nbsp;da zona costeira.&nbsp;<br><br><strong>Cine-debates&nbsp;</strong></td></tr></tbody></table></figure>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><img decoding="async" width="564" src="https://mcusercontent.com/5472ca02b8f6ed5a7951e56b2/_compresseds/5b101cf1-e43a-f9e2-c28b-2f29f437db6b.jpg" alt=""><br>12 de novembro de 2024 – Universidade do Ambiente&nbsp;&#8211; Inea&nbsp;</td></tr></tbody></table></figure>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><img decoding="async" width="564" src="https://mcusercontent.com/5472ca02b8f6ed5a7951e56b2/_compresseds/48cb0da4-dc26-6810-5bf0-f77a850c9b4b.jpg" alt=""><br>19 de março de 2025 – Esportistas de Niterói</td></tr></tbody></table></figure>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><img decoding="async" width="564" src="https://mcusercontent.com/5472ca02b8f6ed5a7951e56b2/_compresseds/25325752-0529-a34a-0297-dcb3779bec8b.jpg" alt=""><br>25 de março de 2025 – LAMCE / COPPE / UFRJ</td></tr></tbody></table></figure>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><img decoding="async" width="564" src="https://mcusercontent.com/5472ca02b8f6ed5a7951e56b2/_compresseds/0d0da647-2e89-ffe3-c6ad-0379ea120c4b.jpg" alt=""><br>2 de abril de 2025 – Esportistas do Rio de Janeiro</td></tr></tbody></table></figure>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><img decoding="async" width="564" src="https://mcusercontent.com/5472ca02b8f6ed5a7951e56b2/_compresseds/00744df4-6e21-fccf-16ff-86306c656339.jpg" alt=""><br>9 de abril de 2025 – Capitania dos Portos</td></tr></tbody></table></figure>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><img decoding="async" width="564" src="https://mcusercontent.com/5472ca02b8f6ed5a7951e56b2/_compresseds/e4a74025-a72e-75ec-fac1-4c7e662851d3.jpg" alt=""><br>29 de abril de 2025 – Pesca – Ilha do Governador – APARU do Jequiá</td></tr></tbody></table></figure>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><img decoding="async" width="564" src="https://mcusercontent.com/5472ca02b8f6ed5a7951e56b2/_compresseds/2054b0de-c174-39a8-ed56-041cf14582f8.jpg" alt=""><br>4 de junho de 2025 – Barcas Rio</td></tr></tbody></table></figure>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><img decoding="async" width="564" src="https://mcusercontent.com/5472ca02b8f6ed5a7951e56b2/_compresseds/e3aef347-ee95-3b2a-9cbf-67073ed3f2f3.jpg" alt=""><br>6 de junho de 2025 – Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Niterói</td></tr></tbody></table></figure>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><img decoding="async" width="564" src="https://mcusercontent.com/5472ca02b8f6ed5a7951e56b2/_compresseds/f44091bd-b44c-02e1-b202-6450da2d9297.jpg" alt=""><br>18 de junho de 2025 – Fundação de Estudos do Mar</td></tr></tbody></table></figure>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><img decoding="async" width="564" src="https://mcusercontent.com/5472ca02b8f6ed5a7951e56b2/_compresseds/24a4207d-ffa7-cb6c-8082-14f93f485eba.jpg" alt=""><br>11 de julho de 2025 – Secretaria de Desenvolvimento Econômico de São Gonçalo</td></tr></tbody></table></figure>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><img decoding="async" width="564" src="https://mcusercontent.com/5472ca02b8f6ed5a7951e56b2/_compresseds/d6fe7c3a-0d68-8380-ee5e-bc2e2c7354dc.jpg" alt=""><br>22 de julho de 2025 – ONG Guardiões do Mar / Quilombo do Feital</td></tr></tbody></table></figure>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>Mesa-redonda | A participação social na gestão da Baía de Guanabara&nbsp;</strong><br><br>Realizada em 5 de agosto de 2025, a mesa-redonda reuniu representantes de instituições públicas, sociedade civil, pesquisadores e diferentes usuários da Baía de Guanabara. O encontro promoveu um espaço qualificado de escuta e diálogo sobre participação social e marcou um momento de síntese do ciclo de&nbsp;Cine&nbsp;Debates da Fase 2. A atividade contribuiu para aprofundar reflexões sobre os desafios e caminhos possíveis para a gestão compartilhada.&nbsp;</td></tr></tbody></table></figure>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><img decoding="async" width="564" src="https://mcusercontent.com/5472ca02b8f6ed5a7951e56b2/_compresseds/6fd54830-8023-e7df-de38-d0acaade6a2f.jpg" alt=""><br>5 de agosto de 2025 – Rio de Janeiro</td></tr></tbody></table></figure>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><strong>Seminário | O uso do audiovisual no processo educativo do Licenciamento Ambiental Federal</strong><br><br>O seminário aconteceu nos dias 7 e 8 de outubro de 2025, em formato presencial, e em 12 de novembro, em formato virtual. O encontro reuniu representantes de outros PEAs, IBAMA, instituições parceiras, pesquisadores, educadores e profissionais de comunicação. A programação contribuiu para aprofundar o debate sobre o audiovisual como ferramenta estratégica nos processos educativos do Licenciamento Ambiental Federal.</td></tr></tbody></table></figure>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td><img decoding="async" width="564" src="https://mcusercontent.com/5472ca02b8f6ed5a7951e56b2/_compresseds/d127c8d3-bb61-8aae-1e5d-f7b892537240.jpg" alt=""><br>5 de agosto de 2025 – Rio de Janeiro</td></tr></tbody></table></figure>



<figure class="wp-block-table"><table class="has-fixed-layout"><tbody><tr><td>Os encontros se inserem em um processo contínuo de diálogo, contribuindo para a articulação de redes, a ampliação da escuta e o debate público sobre a Baía de Guanabara, a participação social e a gestão compartilhada.&nbsp;<br>&nbsp;<br>Continue acompanhando o PEA Redes da Baía de Guanabara nas plataformas digitais:&nbsp;<a href="https://linktr.ee/pea.redesdabaia?utm_source=linktree_profile_share&amp;ltsid=4551db8c-40d3-444e-89c2-56f93b15dc4e" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Clique Aqui</a><br><br>Boas festas.&nbsp;<br>Nos vemos em 2026.&nbsp;<br><br>Atenciosamente,&nbsp;<br><br><strong>Equipe PEA Redes da Baía de Guanabara&nbsp;</strong></td></tr></tbody></table></figure>
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